segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Escrevi o começo dessa história que vai abaixo,
A Tara de Nati.
Proponho a vocês, inteligentes leitorinhos, que façam a segunda parte.

Depois, escreverei a terceira, os leitores a quarta e assim iremos,
até o fecho de ouro, o grand finale, o the end.
Escolherei os melhores textos, a nata, a elite, a escola...
Mandem para o meu Email. ( nelsitoas@gmail.com)
Publicarei, com olas e estrelinhas, os capítulos selecionados e devidamente creditados.
Abaixo, minha parte da história...

"Nati tinha uma obsessão. Quase uma tara. Sentia necessidade de transformar os homens em escravos. Não lhe bastava que se apaixonassem, precisava reduzi-los a algo menos do que cachorrinhos. Precisava vê-los rastejar. E via.
Porque Nati não era uma mulher comum. Nati tinha pernas longas e olhar de aço, tinha cabelos negros e uma boca desdenhosa. Nati sorria pouco, mas, nas raras vezes em que sorria, derramava seu feitiço retina adentro do homem que a contemplava. Nati era uma mulher perigosa...
Sabia disso antes de conhecê-la. Sua fama a precedera. Mas pouco me importei com o que diziam dela ("Cuidado! Cuidado!"), quando a encontrei no bebedouro da firma. Disse-lhe boa tarde, apenas um boa tarde de revesgueio. E, em resposta, ela fincou nos meus olhos o seu olhar de aço — duro e frio.
Foi o suficiente para não esquecê-la mais. Desde aquela tarde, só pensava em Nati, Nati, Nati. Queria possuí-la. Queria que fosse minha. Queria beber do seu veneno. Sabia que poderia enfrentá-la. Que não seria seu escravo. Pensava que talvez pudesse domá-la e fazer dela a minha "Natizinha".
Assim pensando, descobri seu email. E, depois de muito pensar, enviei-lhe uma mensagem."

Escreva o email. Mandem para o meu email. Vamos ver o que acontece...

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