sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O manto sagrado...


Dan DiDio está de novo provocando os fãs do Universo DC. O editor-chefe usou mais uma vez uma imagem enigmática, agora para deixar os fãs coçando a cabeça quanto a Battle for the Cowl, a minissérie sobre a tal batalha pelo manto que revelará o sucessor de Bruce Wayne.
Sobre a frase "I am Batman", a imagem apresenta pelo menos quatro disputantes pelo manto, segundo alguns fãs já interpretaram: Tim Drake (com o cajado Bo), Dick Grayson (mais ao centro), Jason Todd (o Batman cheio de armas, possivelmente) e Damian. Arlequina ocupa a vaga do ausente Coringa. Alfred está armado e preparado. O Batman em duas cores tem tudo para ser Duas-Caras. Batwoman aparentemente está fora da disputa, mas investiga algo. E o homem ao lado de Damian? Seria Silêncio, ou o próprio Bruce Wayne? Quanto à caixa da Wayne Enterprises de onde sai um corpo, mistério total.

terminator...

Quando ouvi dizer pela primeira vez que McG (As Panteras) havia sido escolhido para recuperar a franquia Exterminador do Futuro nos cinemas, admito que fiquei desconfiado. Não apenas pensei que ele não era o profissional mais indicado para o trabalho como também achei que muitos outros diretores melhores do que ele poderiam ter ficado com o filme.
É aqui que me desculpo e admito que estava errado.
Depois de visitar o set e descobrir algumas coisas sobre a produção minha impressão mudou totalmente. Até hoje não podíamos comentar nada a respeito pois ainda estávamos sob embargo - mas agora já podemos dividir algumas das nossas opiniões prévias. O estúdio, porém, solicitou que não revelássemos detalhes do roteiro ou surpresas, portanto, o artigo completo você lerá apenas algumas semanas antes do filme. E, acredite, há muito o que poderíamos revelar... Às vezes nessas visitas o cineasta e sua equipe são bastante protetores com o material e mostram muito pouco aos jornalistas, que saem sem ter muito o que contar. Esta, no entanto, foi uma das visitas em que todo mundo é um livro aberto, respondendo a qualquer pergunta e mostrando o filme em detalhes sem qualquer receio.
Uma das melhores partes dessa visita foi conhecer uma sala coberta de artes conceituais que contavam o filme do começo ao fim. As imagens mostravam cenas, personagens e os novos Exterminadores - robôs que conhecemos com profundidade, já que a equipe explicou um a um suas habilidades e como foram construídos. A única coisa que não nos revelaram, claro, foi o desfecho. Pelo que ouvimos, a história toda pareceu muito inteligente e detalhada, além de palco para toneladas de cenas de ação. Várias das perguntas que ficaram no ar nos três primeiros filmes da série também serão explicadas neste, em um grande trabalho de detalhamento de mitologia pelos roteiristas.
Outro grande momento da visita foi conhecer alguns dos sets que foram construídos. Sim, pois Exterminador do Futuro: A Salvação não recorreu a cenários em tela verde em sua produção. É um filme de grande escala com cenários e efeitos práticos - e cada local construído parecia habitado e real. O que achei mais interessante foi o bunker onde vive John Connor. Pude examinar os livros nas prateleiras e o estoque de baterias do líder da resistência humana contra as máquinas da SkyNet, tudo cuidadosamente arrumado. Afinal, estávamos em um apocalíptico futuro, onde suprimentos como baterias precisam de cuidados especiais.
Visitar estúdios e cenários é sempre interessante, mas nada se compara a ver Christian Bale (Batman) interpretando John Connor e enfrentando um Exterminador. Enquanto a maioria das visitas a sets de filmes mostram cenas de média ou pequena importância sendo rodadas, nesta fomos presentados com as filmagens de uma grande cena de ação que culmina em um momento importantíssimo para a trama. Como não podemos dizer muita coisa, vale apenas comentar que John não estava tão bonito na saída....
Por último, pude assistir a 10 minutos de cenas no trailer de McG. Os takes selecionados mostravam momentos diversos do filme e me pareceram fantásticos, ainda que os efeitos não estivessem totalmente prontos. Melhor ainda foi a possibilidade de conversar com o cineasta, que discutia empolgado as opiniões de todos os presentes, querendo saber o que gostamos e o que não gostamos. Novamente, algo bem diferente do que estamos acostumados nessas visitas...
Ambientada em 2018, a trama acompanha John Connor, o homem destinado a liderar a resistência humana contra a Skynet e seu exército de Exterminadores. Mas o futuro no qual Connor foi criado para acreditar foi parcialmente alterado pela chegada de Marcus Wright (Sam Worthington), um estranho cuja última memória é a de estar no corredor da morte. Connor precisa entender se Marcus foi enviado do futuro ou resgatado do passado, se é aliado ou inimigo. Exterminador do Futuro: A Salvação tem lançamento previsto para 22 de maio de 2009.

Grande Ronaldo...











sábado, 20 de dezembro de 2008

Histórias que a mamãe me contava...

Ele subiu até o décimo-primeiro andar, onde funcionava a tradicional editora, aquela, que primava por lançar exclusivamente biscoito fino. Atravessou a sala onde dezenas de criteriosos avaliadores conferiam originais de centenas de aspirantes a autores. Ninguém reparou no sujeito gordinho com boné do HSBC, que se aproximou da larga janela e, com toda a naturalidade, pôs um pé para fora, outro, pronto: estava no parapeito, recostado à parede externa do prédio – um passo à frente e o destino seria a calçada, 33 metros abaixo. Levou alguns minutos para que todos, dentro e fora do edifício, percebessem: é, em meio à fiação das luzes natalinas da fachada do prédio tinha mesmo um sujeito ameaçando pular do parapeito da editora, aquela.
Quando os bombeiros chegaram, junto com a televisão, foi dada a palavra ao inusitado alpinista literário – aliás, esta uma tirada da espirituosa repórter, que, destemida, ainda se chegou ao parapeito e estendeu a ele o microfone.
E ele:– Se não rasgarem meus originais eu pulo.
Lá embaixo uma multidão começando a se formar. “Olhaí. Juntando público, de novo”, pensou o suicida, batendo devagarinho e muitas vezes a cabeça na parede. “Droga.”
Perto dali, em uma pequena sala, o corpo editorial era reunido, às pressas, com o chefe dos bombeiros e a repórter, que deu mais detalhes: – Ele exige que os originais do livro dele, atualmente em poder da editora, sejam destruídos imediatamente, antes da avaliação. Senão ele se mata.
O editor, mordiscando a piteira: – Não posso firmar este compromisso! Não li o manuscrito, ué! Vai que é uma obra original, de qualidade instigante. E obra original com qualidade instigante eu publico mesmo. Tenho uma reputação, caramba!
O chefe dos bombeiros (que cursava o 3º ano de Letras): – O senhor vai deixar que, em plena proximidade do Natal, um ser humano se estatele lá embaixo, por conta de uma diretriz empresarial? Que imagem a editora, esta, quer passar aos formadores de opinião?
A repórter (cara de bassê filhote mas engraçadinha maquiada, sua primeira cobertura jornalística para a televisão), não perdendo a oportunidade: – Seja qual for a imagem, ela vai ser transmitida pela emissora, esta. Só para avisar.
Meia hora depois lá estava o editor, de pé, no parapeito – devidamente atado por um colete a um cabo de aço, tentando uma negociação com o suicida. E a repórter na janela, de prontidão, no ponto para transmitir – aonde as coisas chegam – em rede nacional.
– Não, não tem blablablá – se exaltou o suicida, vendo o aparato todo. – Ou destroem meus originais ou eu pulo. Não tentem me enrolar!O editor, paciente, cochichou: – Tá, só diz uma coisa. Por que você enviou o manuscrito?– Não fui eu. Foi meu agente. Quer dizer. Ela adora se chamar de meu agente.– Ela? – Minha mãe.– Ah.
Passados uns minutos, estabelecido um certo esboço de clima confessional, ele devagar foi se abrindo com o editor. Contando, por exemplo, quando, aos quatro anos, aprendeu a ler memorizando o Howl, o que bastou para a mãe: “Vidinha, vem recitar aquele poemão do Ginsberg pras visitas”. Ou quando, aos onze, redigiu escondido, na escola – para fazer as aulas passarem mais rápido – uma atualização do Gilgamesh, adaptada à Europa do pós-guerra, mas a mãe não só descobriu como subornou a diretora para fazer com que ele lesse alguns trechos para todo o colégio, no Dia do Professor (ele diante do microfone, o rosto queimando, e ela, lá na platéia, só mexendo os lábios: “Vidinha”). E mais, mais, até chegar àquilo: ela tinha conseguido entrar no computador dele, imprimiu a história que ele vinha atualizando em um blog – fechado para leitores – e mandou tudo para a editora.
– Eu escrevia o blog só para ir me acostumando ao teclado do meu Macintosh novo – ele arrematou, para depois ainda acrescentar, a voz cada vez mais sumindo: – Fui descobrir tudo hoje, quando ouvi ela ligando para uma gráfica e orçando os convites do coquetel de lançamento. Tudo em papel couché.
– Sei, sei – disse o editor. E, depois de um tempo: – Mas, só por curiosidade. Me faça um resumo desse romance aí.
“Ha, o velho truque”, pensou o suicida. E não entregou os pontos:– Olha. Ele não fala da vida nem da morte. E nem que o importante está nos detalhes. Não menciona a dificuldade de comunicação entre as pessoas nas grandes metrópoles. Não toca em façanhas sexuais, bebedeiras, tráfico de drogas. Não trata nem de longe de crimes insolúveis pelas vias habituais. Pula todas as questões existenciais e despreza qualquer pincelada memorialista ou regionalista. – Retomou o fôlego. – É isso.
O editor, coçando o queixo e mastigando a piteira, contemplando o cenário ao redor deles – prédios, prédios maiores, espigões, a programação visual natalina em todos eles, a fumaça, os quarteirões, as calçadas, os pontinhos de gente indo, vindo e voltando, e principalmente se juntando na calçada – como se aquilo conferisse um tom de sentença ao que ele iria dizer, foi falando: – Escuta, não vou mentir. Pelo que eu vi, é exatamente o que eu procuro. Como profissional criterioso, jamais deixaria passar a oportunidade. Tenho certeza de que finalmente achei a história que vai consolidar de uma vez por todas minha reputação editorial. Se você quiser, pode até pular. Mas vai deixar um livro publicado, um editor realizado e uma mãe feliz, falando muito mais ainda de você. É realmente o que você quer?
O suicida, olhando ora o editor, ora a enorme multidão cada vez maior lá embaixo, começou a suspirar em série. Depois de alguns minutos perguntou, a voz desbotada: – O que eu faço, então? – Publicamos com pseudônimo. Eu espalho à imprensa que achei seu livro uma droga, sua mãe passa por um desgosto memorável, a obra sai publicada com outro nome, abro uma conta secreta para você e pronto. Que tal?
Os dois apertaram as mãos e voltaram à janela. A repórter estendeu então o microfone ao ex-suicida e este, com a mão no ombro no editor: – Ele me fez ver a verdade. Então eu refleti. Pensei, pensei e aí acabei desistindo.
A repórter, efusiva, misturando emoção com a necessária presença de espírito, decretou para a câmera, para todo o país: – Assim, o desfecho deste emocionante episódio mostra que o editor, este, é um verdadeiro expert em auto-ajuda!
Cinco ou seis segundos depois todos notaram o colete de segurança do editor aberto, pendendo no espaço, o fiozinho de fumaça da cigarrilha – e um corpo com camisa de cambraia, calça de linho inglês e suspensório se estatelando lá embaixo.
É que tinha a reputação.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Esperança...

Eis que surge um novo Jesus Cristo melhorado, afinal, ainda por cima, ele é negro!
Barack Obama veio nos salvar. Isso mesmo. Não apenas vai salvar o país no qual foi eleito -
que há muito está mal das pernas e, em minha opinião, impossível de ser salvo -
mas também o mundo. É o que senti quando vi comemorações por todos os cantos do mundo na hora em que ele foi declarado oficialmente o vencedor da eleição. Foi um misto de “ganhamos a Copa” e “ressuscitaram John Lennon”.
E todos os cantos inclui o Brasil, cuja imprensa cobriu tão intensamente a eleição estadunidense, que por um momento pensei que estivesse em Nova York. Até que... olhei pela janela e vi os mesmos antigos problemas brasileiros logo ali, com o acréscimo do nosso próprio furação Katrina. Tão forte está a intenção de transformar o que houve em Santa Catarina em Katrina, que as pessoas chegam a trocar os nomes. Agora resta esperar que Obama venha nos salvar, a nós, aos catarinenses, aos do sertão nordestino... Afinal, ele é capaz de tudo, ao que parece.
Eu não sei se é mais ridículo ver Will Smith admitindo que votou pela primeira vez ou assisti-lo confessar que está “quase chorando novamente” ao se lembrar, quando entrevistado por Oprah Winfrey, do momento em que Obama foi anunciado o novo presidente. Enxergo dois pontos graves nisso tudo:
1. Qualquer coisa seria melhor que Bush, portanto Obama foi uma escolha lógica. Tudo bem que há muito os Estados Unidos não são exatamente lógicos, a terra do faz de conta, mas para nós, os sofridinhos – mas mais conscientes – do Terceiro Mundo (ou seja lá a alcunha que temos hoje), era como somar dois mais dois. Moral da história: aplaudamos o surto de lógica estadunidense e rezemos para que perdure.

2. Agora, Smith e Oprah, dois negros donos de dois dos maiores salários dos Estados Unidos, estavam comovidíssimos por um negro chegar à presidência!? Deus do céu, que espécie de preconceito é esse? Por que, num país com tantos negros em posição de destaque, ainda é surpreendente que um deles seja o novo presidente? Eles, que sempre lutaram em se desvencilhar da imagem “somos bons apenas em entretenimento e esportes” também estavam surpresos com a façanha de Obama, um cara formado em Harvard, inteligente, coerente, dono de um ótimo discurso, agraciado por um bom momento. Fica a pergunta: estão mais felizes por terem eleito um homem capaz ou por terem eleito um negro?
Fato é que desejo muito boa sorte a Obama. Porque de norte a sul do mundo a expectativa é grande, gigante, uma espécie de punição por ele ter conseguido ser eleito. Agradar a todos vai ser missão impossível, mas se cabe um pedido brasileiro na lista, peço que ele não se esqueça dos assuntos ambientais, assim a gente não tem de enfrentar outros Katrina sob o comando de alguém que definitivamente não é Jesus Cristo.

Língua Portuguesa...

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro

nada dou aos pobres.Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna?
Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta> interpretação:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença.

Ajuda a Santa Catarina...

Prezados colaboradores:

O Grupo RBS está lançando para todo o Rio Grande do Sul, a exemplo do que já estamos fazendo em Santa Catarina, a campanha “Solidários por Santa Catarina”, com o objetivo de mobilizar as pessoas e intensificar a doação de alimentos, roupas e calçados, material de higiene e limpeza e recursos em dinheiro.

A partir desta sexta-feira (28) à noite entram no ar comerciais de televisão e rádio, chamadas na internet (especialmente no hotsite
https://ex.rbs.com.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://www.sossc.com.br/), seguidos por anúncios de jornal que estimulam as doações e orientam sobre a melhor maneira de encaminhá-las a Santa Catarina.

Participam da campanha, além de comunicadores da RBS, personalidades como o presidente da Fiergs, Paulo Tigre, a presidente-executiva da ONG Parceiros Voluntários, Maria Elena Johannpeter, e o ex-goleiro Taffarel. Toda a prestação de serviço da campanha é orientada pela Defesa Civil catarinense e conta com o apoio logístico do Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul e dos Correios.

VEJA PARA ONDE ENVIAR AS DOAÇÕES:

Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul
Ligue para o telefone 0800-5416000 e informe-se sobre os postos de coleta no Estado. O Banco de Alimentos, ao contrário dos Correios, também recebe líquidos (Ex.: água, leite, sucos).

Correios
As doações podem ser encaminhadas em qualquer agência dos Correios, já embaladas em caixas ou pacotes de até 30 kg e endereçadas à Defesa Civil de SC. A remessa não tem custos para o público. Os Correios não transportam líquidos.

O QUE DOAR:

Alimentos: Não-perecíveis e dentro do prazo de validade. A Defesa Civil orienta que os donativos, neste momento, sejam alimentos que não necessitem de preparo, tais como barras de cereais, biscoitos (doces e salgados), chocolate em pó, leite em caixa, água de coco, amendoim torrado, frutas secas, mel, milho em conserva e paçoca.

Roupas e calçados: As roupas devem estar em bom estado de conservação, limpas e embaladas. Os calçados devem estar amarrados e com a numeração do par escrita no solado.

Roupas de cama: Cobertores, lençóis e travesseiros também são fundamentais neste momento. Os colchões são repassados diretamente pela Defesa Civil.

Higiene pessoal: Escovas e pastas de dentes (novas) xampu, sabonete e papel higiênico.

Utensílios domésticos: Água sanitária, desinfetantes, sabão em barras, luvas e botas de borracha.

PARA DOAÇÕES EM DINHEIRO:
Devem ser enviadas às contas bancárias da Defesa Civil de SC:

BANCO DO BRASIL
Agência:3582-3
Conta Corrente:80.000-7

BESC
Agência:068-0
Conta Corrente:80.000-0

BANRISUL
Agência:0131
Conta Corrente: 06.852725.0.5

BRADESCO
Agência:0348-4
Conta Corrente: 160.000-1

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Agência:1877
Conta Corrente: 80.000-8

ITAÚ
Agência:0289
Conta Corrente: 69971-2

domingo, 23 de novembro de 2008

A Marvel continua de boca fechada sobre o que acontecerá com seu universo de heróis após Secret Invasion - a minissérie que se encerra lá fora daqui a duas semanas. Os previews de fevereiro da editora, lançados esta semana, trazem nada menos que 15 séries - relacionadas à linha dos Vingadores - sem descrição alguma, para não estragar a surpresa dos fãs.
O que se sabe é que o próximo evento da editora chama-se "Dark Reign" (Reino Negro) e que a nova série Dark Avengers, por Brian Bendis e Mike Deodato, estréia em janeiro.
O site IGN revelou a capa da primeira edição de Dark Avengers, liberada pela Marvel. Confira ao lado e na galeria. A imagem responde pelo menos uma dúvida sobre a imagem do Patriota de Ferro, liberada há algumas semanas: ele é o líder dos Dark Avengers. E a nova equipe parece ser composta por Ms. Marvel (de volta ao uniforme clássico), Wolverine, Gavião Arqueiro e Homem-Aranha (de uniforme negro).
Em resposta enigmática-marqueteira para o IGN, o editor Tom Brevoort diz: "Quem são os Dark Avengers? Essa é a questão que todo os fãs vão se perguntar quanto passarmos de Secret Invasion para Dark Reign. São clones? Sósias? Versões futurísticas? Ou algo mais imediato e aterrorizante? Quando suas identidades forem reveladas, o Universo Marvel será lançado no caminho que o levará a um clímax explosivo".

domingo, 16 de novembro de 2008

Agora vai...


Depois de mais de uma década de muita expectativa, enrolação, especulação e mesmo descrença, Axl Rose finalmente resolveu lançar Chinese Democracy, primeiro álbum do Guns 'n Roses em mais de quinze anos - o último lançamento de inéditas do grupo foram os álbuns Use Your Illusion I & II, de 1991, descontando o álbum de covers The Spaghetti Incident, de 1993.Já alvo de críticas - tanto positivas quanto negativas - o álbum, que, como sempre, vazou na Internet há alguma semanas e será lançado lá fora no dia 23, se encontra em pré-venda no Brasil.

domingo, 28 de setembro de 2008

O que não dizer a uma mulher nua!

Que as garotas são seres supersensíveis, você já sabe... Mas quando estão nuas, essa sensibilidade atinge níveis muito mais altos! O bom de lingua falou com várias meninas e enumerou aqui, as 10 piores coisas que um cara pode dizer a elas quando já estão como vieram ao mundo: peladinhas!
Você tem um peito maior que o outro?
O que são esses risquinhos brancos aí?
Você fica mais bonita assim, mais cheinha!
Seus seios pareciam maiores quando você estava vestida!
Você sempre teve pêlos aí?
Nossa! Você está com uma espinha enorme na bunda!
Quando você está deitada, o seu corpo fica perfeito!
Acho que você tem uma sujeirinha aqui... Ah não! É uma pinta!
Vamos apagar a luz?
Nem dá pra ver seu osso da cintura, né? Nas outras meninas costuma aparecer mais...

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Oscar Filho


Oscar Filho,  no Teatro Tim em Campinas no Clube da Comédia comentando sobre o Programa Fantasia do SBT. Risadas ao fundo: Danilo Gentilli, que, inclusive, editou o vídeo. 

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Ela me deu tudo, só ainda não me deu...

Alguns assuntos rendem polêmicas eternas...
É o caso de dar ou não dar na primeira noite (ou dia, ou tarde, o que for).
Você conhece um cara bacana, sente-se à vontade com o sujeito, pensa "porque não agora?" e depois pensa melhor "não, ele vai achar que eu sou muito fácil". Ou então você manda tudo para longe e, azar, vamulá! Mas no dia seguinte o sujeito (que, no caso, você quer muito que ligue) não dá a menor pelota, nem a chama no MSN – apesar de estar ali, online, ele sabe que você está vendo! Aí logo vem o pensamento fatídico: "eu não deveria ter dado". Como se a culpa toda fosse disso, né? Tsc, tsc. Defendo para todos – homens e mulheres – que sejam o mais leais consigo mesmos em suas atitudes, que façam o que o coração e a consciência mandarem. Nessa linha, você age da maneira que quiser, desde que seja coerente com seu jeito de pensar as coisas.
Se a garota tá a fim, porque não? Um amigo fala que acha a maior bobagem do mundo isso de julgar as pessoas pelo momento em que decidiram fazer sexo. Já pensou, caro leitor que está lendo o "bom de lingua" nesse momento, se porventura a mulher da sua vida dá para você na primeira saída e você a deixa passar só por causa do comportamento mais, digamos, decidido dela? Ah, bela bobeira, né? E, do outro lado, se a mulé quer esperar mais um pouco, se ela é meio desconfiada, se tá insegura, se... se..., pô, deixa que espere. Vai fazer na hora que acha a mais acertada para si mesmo, não é?
Mas daí, mesa de bar, papo vai papo vem, eu percebo amigas modernas, bem-resolvidas, que dizem não ligar, que dão na primeira noite porque gostam e que é bem por aí e tals, volta e meia usando um chicote (oooopa, deixa eu acabar a frase!) para cometer o auto-flagelo, denunciando em tom irônico que realmente se importam com a opinião alheia: "ah, todo mundo deve me achar uma p***". . .
Então, queridos leitores e leitoras, moderninhos ou antiqüadinhos, caretas ou revolucionários, quero AGORA saber o que vocês pensam! Essa polêmica realmente ainda existe? A galera leva em conta mesmo dar ou não dar na primeira noite? Isso acontece mais aqui no Estado do que em outros lugares? Gaúcho é mais machista? Tá certo ficar avacalhando quem dá logo de cara? Tá errado ficar "cozinhando" o cara até ele enfartar?
OPINEM...

domingo, 14 de setembro de 2008

Vença a Impotência e Ande com a Cabeça Erguida

Cansado de andar com a cabeça baixa por causa da impotência?
Anime-se, pois acaba de chegar pela Ponte da Amizade o mais novo remédio contra a impotência!Um autêntico medicamento de quarta geração que vai fazer o Viagra, o Uprima e o Vasomax parecerem bala para criancinha! Chegou El Diablo!!!!
El Diablo é o fogo que faltava em sua vida! Com El Diablo você vira o capeta!
Um medicamento 100% cancerígeno, que vai deixar a sua próstata ardendo como os caldeirões do inferno.Basta um comprimido por dia, para que o seu bilau transforme-se numa verdadeira chaminé. Você vai ficar tão quente que vai gozar pura fumaça!
Ao cozinhar a sua próstata,
El Diablo faz com que o vapor suba pelos corpos cavernosos, transformando-os em corpos sepulcrosos. A pressão do vapor atua como num motor de automóvel, transformando
sua pistola num piston. Tomando 4 cápsulas você atinge a potência de 4 cavalos,
mas se tomar 16 cápsulas, você atinge a potência de um jumento 2.0 16v.
Tá esperando o quê, ô mané?Ligue já e adquira este poderoso medicamento que transforma o mais cândido anjo num verdadeiro demônio sexual! Não se preocupe!
Se você não sofrer um derrame nos vasos penianos, nós garantimos que a impotência
nunca mais será o seu maior problema, pois as consultas com o proctologista serão bem piores!!!
Mas lembre-se: tudo vale a pena, quando a jeba não é pequena!!!
Depoimentos Mediúnicos:
Eu vivia brochando, agora não vivo mais.(Almir Penado)
Na próxima encarnação, quero continuar homem.(Luiz Funério)
Quem disse que no além não tem sexo?(Tarado Etéreo)
Super Promoção!!!Ligando nos próximos dez minutos, você recebe inteiramente grátis uma exclusiva roupinha de capeta para animar as suas fantasias sexuais !!!
Mas espere...Ligando nos próximos cinco minutos, você recebe também, inteiramente grátis,
um lindo tridente com trifunção de vibrador, coçador de cu e desentupidor de ralo.
Mas espere...
Ligando no próximo minuto você recebe ainda um exclusivo par de chifres
para colocar na sua esposa!
Mas espere...
Ligando nesse instante, você recebe uma mensagem da Telefônica,
porque todos os nossos ramais estão ocupados!!!

Casa da Sogra

Mas que loucura a minha vida,
De repente se tornou,
Pois ao casar com a Margarida,
A confusão se instaurou.
Vinte anos mais velha do que eu,
A idade parecia não importar
Tinha um filha bem grandinha,
Com muita vontade de casar.
O meu pai, viúvo há muitos anos,
Sozinho também não quis ficar,
Namorou com a mocinha algum tempo,
E logo, os dois subiram no altar.
Ao terminar a cerminônia,
Minha família tinha mudado,
Minha mulher virou sogra do meu sogro,
E meu pai, meu enteado.
Um ano depois, a coisa se complicou
Pois o filho de minha enteada nasceu
E, já que também era filho de meu pai,
Por consequência se tornou um irmão meu.
O filho de minha enteada,
Minha madrasta desde então,
Era neto de minha mulher,
E eu, avô do meu irmão!
Mas a confusão não parou por aí,
O que era minha grande esperança,
Menos de três meses depois,
Minha mulher teve uma criança.
Era o neto de minha madrasta,
Já que filho do filho do meu pai era
Mas, ao mesmo tempo, filho de sua mãe,
Que tornou-se irmã daquela fera.
Meu pai, virou cunhado do meu filho,
Já que sua irmã era mulher dele, vejam só!
E eu me tornei irmão do cunhado do meu pai,
Que também era filho da minha avó.
Hoje sou cunhado de minha madrasta,
O meu filho, sobrinho do meu pai,
Minha mulher, tia do seu próprio filho,
E eu virei avô de mim mesmo, ai!
Portanto, antes que o mal cresça,
Resolvi tudo isso acabar,
Vou dar um tiro na cabeça,
Antes de alguém mais engravidar!

As Dez Maiores Vantagens de Fazer um Implante de Silicone

1 - É Mais Seguro - Você não sofrerá mais tanto perigo no trânsito. Não pense que você vai aprender a dirigir de uma hora pra outra, mas pelo menos vai ganhar duplos airbags naturais, que na verdade serão artificiais, mas ninguém precisa ficar sabendo!
2 - É Anti-Ocioso - Além de ter que trocar de carro, de namorado e de modess, você também terá que se preocupar em trocar de prótese periodicamente e assim, vai ter mais coisas pra pensar e deixar de sonhar em ter saco pra coçar.
3 - É um Novo Ponto de Vista – Você conhecerá outros homens, que te verão com outros olhos e se satisfarão com outros peitos.
4 - É Flutuante - Você não precisará mais de bóias quando for tomar um banho de piscina e não vai se afogar quando o helicóptero do seu namorado milionário cair no mar.
5 - É Impressionante - Os homens vão ficar de boca aberta pra você! E bem aberta, afinal pra conseguir abocanhar meio litro de silicone tem que ter um baita bocão!
6 - É Imponente – Você não ficará mais com inveja vendo aquelas gostosas comprando sutiã tamanho GG e, se extrapolar na prótese, pode até passar a usar tamanho GPC (Grande pra Cacete)
7 - É Socializante - O seu namorado pode comentar com os amigos dele sobre o efeito que as próteses provocaram no seu desempenho e, quem sabe, eles também queiram tirar uma casquinha!
8 - É Revolucionário - Você pode usufruir tudo o que o silicone pode dar e dar tudo que o silicone pode usufruir! Além disso, não tem contra-indicações e não causa overdose! Pode ser usado por até meia dúzia de homens ao mesmo tempo!
9 - É Satisfatório – O seu namorado finalmente vai poder fazer aquela tão sonhada espanhola com você, sem ter que se matar de fazer força pra espremer os seus peitinhos!
10 - É a sua Última Chance – É a sua grande oportunidade de desencalhar! Faça o implante, capriche no decote e se nem assim os homens olharem pra você, espere mais alguns anos... Quem sabe não surge uma invenção ainda mais revolucionária que consiga te deixar atraente?

10 Sinais de que o Mundo Está Acabando

1 - Quando o Bush ganhar o Prêmio Nobel da Paz.
2 - Quando o Rubinho for campeão da Fórmula 1.
3 - Quando seu chefe estiver contente com o seu trabalho.
4 - Quando alguém conseguir entender as mulheres.
5 - Quando o Maradona assumir que o Pelé é melhor que ele.
6 - Quando algum político reconhecer que roubou.
7 - Quando o Brasil for a maior potência do mundo.
8 - Quando o Corinthians ganhar a Libertadores.
9 - Quando o Romário parar de jogar futebol.
10 - Quando você achar graça em um texto do Zorra total.

As 10 Maiores Razões pra Você Sair com uma Mulher Feia

1. É um mercado promissor. Nove entre dez feias têm amigas bonitas. E essa que sobra tem sempre uma prima.
2. É emocionante. Você vai se sentir o próprio 007 tentando esconder a mocréia dos seus amigos. 3. É seguro. Se você parar o carro num local ermo e, dependendo do calibre do canhão que estiver te acompanhando, os ladrões não vão te incomodar, com medo de serem comidos vivos. 4. É mais fácil. Uma mocréia normalmente não escolhe muito as companhias masculinas, por força da lei de oferta e procura; isto é: mesmo que você seja o Pedro de Lara cover, a possibilidade de levar um fora é praticamente zero.
5. É econômico. Um dragão sabe que é um dragão. E não vai pedir jantares em restaurantes chiques, nem flores no dia seguinte. No máximo, umas cervejas em lata dentro do carro.
6. É um ato de caridade. Você se sente melhor quando sai com uma fubanga. É a sua boa ação da semana. O problema é virar hábito e você fundar a "Casa (mal-assombrada) de Auxílio às Menos Bonitas".
7. É um excelente parâmetro. Imagine duas feias juntas. Uma delas sempre será a "mais bonitinha" por pior que ela seja. E você vai estar afiado na hora de escolher uma bonita.
8. É interessante. Pode ser que a monstra tenha um milhão de cabeças de gado. E você não tem a menor vocação para "ficar pra titio" pobre.
9. É um ato que colabora com seus estudos. Uma feia sempre copia tudo o que o professor fala na aula, o que facilita em muito na hora de tirar cópias. As bonitas normalmente fazem isso também, mas não vão sair com você nem, muito menos, emprestar o caderno.
10. É suficiente em casos desesperados. Na pior das hipóteses, mas na pior mesmo, gol de bico também tira um zero do placar.

As 10 Frases Mais Irritantes de Todos os Tempos

1 - Só um minutinho que eu vou estar transferindo o senhor para outro departamento.
2 - Desculpe, senhor, o guichê está fechado.
3 - Sua sogra sobreviveu.
4 - Aquele bolo na geladeira era seu?
5 - Vamos trabalhar esse sábado para colocar tudo em dia.
6 - Ei! Eiiii! O pneu tá furado!
7 - Da última vez que eu te vi você estava mais magro.
8 - Desculpa, fofa, mas eu estou guardando esse lugar.
9 - Fulano, é você no banheiro? Tá fazendo o quê?
10 - No meu tempo não era assim.

As 10 Piores Maneiras de Morrer

1 - De vontade: Ao ter que assistir a uma suruba amarrado.
2 - De tédio: Ao assistir à final do campeonato mundial de xadrez comentado pelo Casagrande.
3 - De rir: Ao assistir à TV Senado.
4 - Enforcado: Depois de sua mulher gastar toda a sua grana com mais um crediário.
5 - Duro: Após engolir trinta e cinco cápsulas de Viagra.
6 - De medo: Após passar um e-mail a todos da empresa, metendo o pau no chefe, e descobrir que endereçou a mensagem ao chefe também.
7 - De vergonha: Ao conhecer os pais da namorada, no dia em que comeu uma feijoada completa com repolho e ovo.
8 - De repente: Após ouvir dois cantores nordestinos por cinco horas seguidas.
9 - Queimado: Ao ser pego em flagra pela mulher dando em cima da cunhada.
10 - De Pena: Ao receber cócegas aplicadas com penas de galinha nas solas dos pés.

10 Vantagens de Aprender Xadrez

1 - Nesse jogo o peão pode virar alguma coisa!
2 - Até um cavalo como você poderá lavar a égua e ganhar o jogo!
3 - Você vai se sentir nobre porque tem chance de comer a rainha.
4 - Você pode aprender a jogar xadrez em vez de ir para o xadrez, porque é um jogo que prende a gente.
5 - Se você for mal no jogo, pode se queixar pro bispo!
6 - Você pode conversar sobre xadrez em qualquer rodinha e parecer inteligente porque ninguém entende nada do jogo.
7 - Se você estiver sem dinheiro, a qualquer momento poderá receber um cheque.
8 - As suas peças podem servir como peso para papel e o tabuleiro de apoio para escrever!
9 - Se você perder o jogo, não vai ficar com sede porque vai levar um mate.
10 - Jogando xadrez você não estará praticando atividades inúteis que não desenvolvem o raciocínio como, por exemplo, navegar neste Top 10.

Hellboy 2

Os quadrinhos de Hellboy, criados por Mike Mignola em 1993, não são exatamente um sucesso arrebatador de público. Claro, vendem bem para os padrões da Dark Horse, sua editora nos Estados Unidos, mas estão longe do patamar dos super-heróis da Marvel e DC Comics.
Numa analogia com o cinema, heróis dos quadrinhos como Batman, Homem-Aranha, X-Men e Superman, personagens das duas principais editoras dos EUA, são os filmes arrasa-quarteirão de verão (e, não por acaso, ganham adaptações desse gênero). Já Hellboy, com uma pegada mais autoral e artística, é algo que se aproxima de projetos como O Labirinto do Fauno. Faz um bom dinheiro ao seu criador, é reconhecido pela crítica, disputa (e ganha) prêmios, mas não vai brigar de igual pra igual com Batman. Não tem como.
É curioso então que no mundo bizarro de Hollywood exista uma sucessão tão grande de erros em torno da estratégia cinematográfica deste Hellboy Os quadrinhos de Hellboy, criados por Mike Mignola em 1993, não são exatamente um sucesso arrebatador de público. Claro, vendem bem para os padrões da Dark Horse, sua editora nos Estados Unidos, mas estão longe do patamar dos super-heróis da Marvel e DC Comics.
Numa analogia com o cinema, heróis dos quadrinhos como Batman, Homem-Aranha, X-Men e Superman, personagens das duas principais editoras dos EUA, são os filmes arrasa-quarteirão de verão (e, não por acaso, ganham adaptações desse gênero). Já Hellboy, com uma pegada mais autoral e artística, é algo que se aproxima de projetos como O Labirinto do Fauno. Faz um bom dinheiro ao seu criador, é reconhecido pela crítica, disputa (e ganha) prêmios, mas não vai brigar de igual pra igual com Batman. Não tem como.
É curioso então que no mundo bizarro de Hollywood exista uma sucessão tão grande de erros em torno da estratégia cinematográfica deste Hellboy II: O Exército Dourado (Hellboy II: The Golden Army), segundo filme da série.
Acompanhe: O diretor é justamente o mesmo de O Labirinto do Fauno, Guillermo del Toro, que trabalhou ombro a ombro com Mignola na criação desta série no cinema. O primeiro filme já não havia sido um sucesso tão grande, pois apostou numa transformação de Hellboy no super-herói que ele não é (não adianta, Hellboy é um demônio, não um adolescente colegial superpoderoso - a relação entre personagem e público é difícil). Então, por que repetir os mesmos erros? Por que tentar adequar uma série originalíssima a uma fórmula mais fácil, tentando transformar a série no próximo Homens de Preto? E, pior, colocá-la pra brigar com Batman nas bilheterias?
Hellboy funcionaria melhor um pouco mais contido. Mignola é conhecido pela construção de clima, não pelas grandes cenas épicas. Del Toro idem. Então parece que ambos ficaram um tanto iludidos com o potencial da série. E tome monstros colossais, mercados com centenas de criaturas, exércitos com 70 vezes 70 soldados, ação vertiginosa... Não precisava de tanto.
Claro, dá gosto ver o trabalho de Del Toro. O cineasta é um virtuoso visual desde os pequenos detalhes (observe a intrincada coroa do reino das fadas) às cuidadosamente orquestradas cenas de pancadaria. Nesse aspecto, Hellboy é irretocável. E se deixei Mignola de lado aqui é simplesmente porque o quadrinista ficou mesmo de escanteio nesta continuação. O design é todo Del Toro e se parece mais com o já citado O Labirinto do Fauno do que com o trabalho do ilustrador e roteirista.
Outro aspecto que acredito que poderia ser melhor trabalhado é o próprio Hellboy. A interpretação de Ron Perlman está ainda mais "indestrutível" que a do primeiro filme. É como se o herói estivesse ainda mais convencido e seguro de si - tanto fisica quanto psicologicamente. Ele ficou com a mocinha, Liz (Selma Blair) e encara monstros de qualquer tamanho. Faltam à versão do cinema alguns lados mais humanos do demônio (por mais estranha que esta frase tenha ficado), ainda que Del Toro tenha colocado no filme algumas cenas românticas divertidas, como a da bebedeira regada a Barry Manilow. Mas humanizar não é só colocar dores de amor. Felizmente, no terceiro ato esses aspectos começam a surgir, como o sentimento de inadequação e a dúvida do herói se ele está do lado certo. Esse é melhor momento do filme, um aspecto do longa até politizado e dentro de todas as discussões mais relevantes sobre meio-ambiente e sociedade - sem cair na chatice. Com o desfecho, a impressão clara é que o cineasta está guardando o melhor para o final, Hellboy III, que periga não acontecer já que o filme, como o primeiro, não foi um grande sucesso de bilheteria.
De qualquer maneira, minhas ressalvas são mera chatice de fã, admito. As falhas de Hellboy II: O Exército Dourado são defeitos apenas para quem conhece bem os quadrinhos. A tentativa de aproximá-lo do grande público é honesta, os valores de produção são altíssimos e a estrutura funciona dentro das pretensões da aventura. Os novos personagens, o ectoplásmico alívio cômico Johann Krauss (voz de Seth McFarlane) e o orgulhoso vilão Príncipe Nuada (Luke Goss) são ótimos e a trama, um ataque do mundo das fadas ao nosso, ainda que não tenha contraparte nos quadrinhos, é empolgante. Mesmo que seja uma versão mais brilhante e empolgada das HQs, Hellboy migra às telas muito acima da média das adaptações da nona arte. Só reclamo - e aqui cabe um desabafo - porque queria dar nota máxima ao filme. : O Exército Dourado (Os quadrinhos de Hellboy, criados por Mike Mignola em 1993, não são exatamente um sucesso arrebatador de público. Claro, vendem bem para os padrões da Dark Horse, sua editora nos Estados Unidos, mas estão longe do patamar dos super-heróis da Marvel e DC Comics.
Numa analogia com o cinema, heróis dos quadrinhos como Batman, Homem-Aranha, X-Men e Superman, personagens das duas principais editoras dos EUA, são os filmes arrasa-quarteirão de verão (e, não por acaso, ganham adaptações desse gênero). Já Hellboy, com uma pegada mais autoral e artística, é algo que se aproxima de projetos como O Labirinto do Fauno. Faz um bom dinheiro ao seu criador, é reconhecido pela crítica, disputa (e ganha) prêmios, mas não vai brigar de igual pra igual com Batman. Não tem como.
É curioso então que no mundo bizarro de Hollywood exista uma sucessão tão grande de erros em torno da estratégia cinematográfica deste Hellboy II: O Exército Dourado (Hellboy II: The Golden Army), segundo filme da série.
Acompanhe: O diretor é justamente o mesmo de O Labirinto do Fauno, Guillermo del Toro, que trabalhou ombro a ombro com Mignola na criação desta série no cinema. O primeiro filme já não havia sido um sucesso tão grande, pois apostou numa transformação de Hellboy no super-herói que ele não é (não adianta, Hellboy é um demônio, não um adolescente colegial superpoderoso - a relação entre personagem e público é difícil). Então, por que repetir os mesmos erros? Por que tentar adequar uma série originalíssima a uma fórmula mais fácil, tentando transformar a série no próximo Homens de Preto? E, pior, colocá-la pra brigar com Batman nas bilheterias?
Hellboy funcionaria melhor um pouco mais contido. Mignola é conhecido pela construção de clima, não pelas grandes cenas épicas. Del Toro idem. Então parece que ambos ficaram um tanto iludidos com o potencial da série. E tome monstros colossais, mercados com centenas de criaturas, exércitos com 70 vezes 70 soldados, ação vertiginosa... Não precisava de tanto.
Claro, dá gosto ver o trabalho de Del Toro. O cineasta é um virtuoso visual desde os pequenos detalhes (observe a intrincada coroa do reino das fadas) às cuidadosamente orquestradas cenas de pancadaria. Nesse aspecto, Hellboy é irretocável. E se deixei Mignola de lado aqui é simplesmente porque o quadrinista ficou mesmo de escanteio nesta continuação. O design é todo Del Toro e se parece mais com o já citado O Labirinto do Fauno do que com o trabalho do ilustrador e roteirista.
Outro aspecto que acredito que poderia ser melhor trabalhado é o próprio Hellboy. A interpretação de Ron Perlman está ainda mais "indestrutível" que a do primeiro filme. É como se o herói estivesse ainda mais convencido e seguro de si - tanto fisica quanto psicologicamente. Ele ficou com a mocinha, Liz (Selma Blair) e encara monstros de qualquer tamanho. Faltam à versão do cinema alguns lados mais humanos do demônio (por mais estranha que esta frase tenha ficado), ainda que Del Toro tenha colocado no filme algumas cenas românticas divertidas, como a da bebedeira regada a Barry Manilow. Mas humanizar não é só colocar dores de amor. Felizmente, no terceiro ato esses aspectos começam a surgir, como o sentimento de inadequação e a dúvida do herói se ele está do lado certo. Esse é melhor momento do filme, um aspecto do longa até politizado e dentro de todas as discussões mais relevantes sobre meio-ambiente e sociedade - sem cair na chatice. Com o desfecho, a impressão clara é que o cineasta está guardando o melhor para o final, Hellboy III, que periga não acontecer já que o filme, como o primeiro, não foi um grande sucesso de bilheteria.
De qualquer maneira, minhas ressalvas são mera chatice de fã, admito. As falhas de Hellboy II: O Exército Dourado são defeitos apenas para quem conhece bem os quadrinhos. A tentativa de aproximá-lo do grande público é honesta, os valores de produção são altíssimos e a estrutura funciona dentro das pretensões da aventura. Os novos personagens, o ectoplásmico alívio cômico Johann Krauss (voz de Seth McFarlane) e o orgulhoso vilão Príncipe Nuada (Luke Goss) são ótimos e a trama, um ataque do mundo das fadas ao nosso, ainda que não tenha contraparte nos quadrinhos, é empolgante. Mesmo que seja uma versão mais brilhante e empolgada das HQs, Hellboy migra às telas muito acima da média das adaptações da nona arte. Só reclamo - e aqui cabe um desabafo - porque queria dar nota máxima ao filme. : The Golden Army), segundo filme da série.
Acompanhe: O diretor é justamente o mesmo de O Labirinto do Fauno, Guillermo del Toro, que trabalhou ombro a ombro com Mignola na criação desta série no cinema. O primeiro filme já não havia sido um sucesso tão grande, pois apostou numa transformação de Hellboy no super-herói que ele não é (não adianta, Hellboy é um demônio, não um adolescente colegial superpoderoso - a relação entre personagem e público é difícil). Então, por que repetir os mesmos erros? Por que tentar adequar uma série originalíssima a uma fórmula mais fácil, tentando transformar a série no próximo Homens de Preto? E, pior, colocá-la pra brigar com Batman nas bilheterias?
Hellboy funcionaria melhor um pouco mais contido. Mignola é conhecido pela construção de clima, não pelas grandes cenas épicas. Del Toro idem. Então parece que ambos ficaram um tanto iludidos com o potencial da série. E tome monstros colossais, mercados com centenas de criaturas, exércitos com 70 vezes 70 soldados, ação vertiginosa... Não precisava de tanto.
Claro, dá gosto ver o trabalho de Del Toro. O cineasta é um virtuoso visual desde os pequenos detalhes (observe a intrincada coroa do reino das fadas) às cuidadosamente orquestradas cenas de pancadaria. Nesse aspecto, Hellboy é irretocável. E se deixei Mignola de lado aqui é simplesmente porque o quadrinista ficou mesmo de escanteio nesta continuação. O design é todo Del Toro e se parece mais com o já citado O Labirinto do Fauno do que com o trabalho do ilustrador e roteirista.
Outro aspecto que acredito que poderia ser melhor trabalhado é o próprio Hellboy. A interpretação de Ron Perlman está ainda mais "indestrutível" que a do primeiro filme. É como se o herói estivesse ainda mais convencido e seguro de si - tanto fisica quanto psicologicamente. Ele ficou com a mocinha, Liz (Selma Blair) e encara monstros de qualquer tamanho. Faltam à versão do cinema alguns lados mais humanos do demônio (por mais estranha que esta frase tenha ficado), ainda que Del Toro tenha colocado no filme algumas cenas românticas divertidas, como a da bebedeira regada a Barry Manilow. Mas humanizar não é só colocar dores de amor. Felizmente, no terceiro ato esses aspectos começam a surgir, como o sentimento de inadequação e a dúvida do herói se ele está do lado certo. Esse é melhor momento do filme, um aspecto do longa até politizado e dentro de todas as discussões mais relevantes sobre meio-ambiente e sociedade - sem cair na chatice. Com o desfecho, a impressão clara é que o cineasta está guardando o melhor para o final, Hellboy III, que periga não acontecer já que o filme, como o primeiro, não foi um grande sucesso de bilheteria.
De qualquer maneira, minhas ressalvas são mera chatice de fã, admito. As falhas de Hellboy II: O Exército Dourado são defeitos apenas para quem conhece bem os quadrinhos. A tentativa de aproximá-lo do grande público é honesta, os valores de produção são altíssimos e a estrutura funciona dentro das pretensões da aventura. Os novos personagens, o ectoplásmico alívio cômico Johann Krauss (voz de Seth McFarlane) e o orgulhoso vilão Príncipe Nuada (Luke Goss) são ótimos e a trama, um ataque do mundo das fadas ao nosso, ainda que não tenha contraparte nos quadrinhos, é empolgante. Mesmo que seja uma versão mais brilhante e empolgada das HQs, Hellboy migra às telas muito acima da média das adaptações da nona arte. Só reclamo - e aqui cabe um desabafo - porque queria dar nota máxima ao filme.

sábado, 6 de setembro de 2008

Entenda o sexo oposto

DICIONÁRIO FEMININO
FRASE

TRADUÇÃO

Sim
Não.
Não
Sim.
Não sei
sim
Talvez
Não.
Sinto muito
Vai ser como eu quero.
Nós queremos
EU quero.
Faça como quiser
Você vai pagar muito caro por isso.
Precisamos conversar
Quero me queixar de você.
Vá em frente
Não quero que você vá.
Não estou chateada
Lógico que eu estou chateada.
Seja romântico, apague as luzes
Estou me sentindo gorda.
Esta cozinha é meio desajeitada
Quero uma casa nova.
Quanto que você me ama?
Eu fiz algo de que você não vai gostar de saber.
Estarei pronta em um minuto
Tire os sapatos, escolha um canal de TV e relaxe.
Estou gorda?
Diga que eu estou bonita
Você precisa aprender a se comunicar
Concorde sempre comigo.
Não estou gritando!
Estou berrando!

DICIONÁRIO MASCULINO
FRASE

TRADUÇÃO

Estou com fome
Estou com fome.
Estou com sono
Estou com sono.
Estou cansado
Estou cansado.
Quer ir ao cinema?
Gostaria de transar?
Posso te levar para jantar?
Gostaria de transar?
Posso te ligar?
Gostaria de transar?
Quer dançar comigo?
Gostaria de transar?
Bonito vestido!
Que decote! Gostaria de transar?
Você parece tensa, deixe-me fazer uma massagem
Gostaria de transar?
Estou chateado
Quer transar?
Eu te amo
Quero transar agora.
Vamos conversar
Estou querendo mostrar como sou uma pessoa sensível e, por isso, talvez você queira transar comigo.
Quer casar comigo?
Não quero que você transe com outros.
Gostei mais desse
Pegue qualquer vestido e vamos transar logo.

Quatro anos é muito tempo. Escolha bem seu candidato!


















Zodíaco...

Áries : Bicho mais fogueteiro e metido não tem. Ele atropela todo mundo que nem bagual solto em feira de porcelana. Tem a mania de ser sempre o primeiro. E é... O primeiro louco!Lema:'Não tenho tudo que amo... Mas vou conseguir já, já' -------------------------------------------------Touro : Esse quer ser o maior dos latifundiários. Quer ser o dono dos rebanhos, da estância e das plantações. Se bobear, invade o planeta inteiro. Mas tem desculpa: é ele quem dá o churrasco, faz as trovas, declama e toca a gaita. Êta, índio animal. Lema:'Não tenho tudo que amo, mas é uma questão de tempo e paciência' -----------------------------------------------------
Gêmeos : O vivente só quer assuntá. Sabe de tudo, e sabe conta causo que é uma beleza. Não esquenta banco e parece que tem bicho carpinteiro. Lema:'Não tenho tudo que amo, mas também nada que me ama me tem' -------------------------------------------------------Câncer : Esse é chorão que é um inferno.. Tem uma memória do cão, se lembra tintim por tintim quem ganhou cada Califórnia e cada Gre-Nal, e sabe de cor tudo o que tu disse pra ele naquele 4 de maio de 1984. Mas é o dono da posada e o que te prepara o putchero nas noites de minuano. É dos piores. Lema:'Não tenho tudo que amo, mas amo tudo que tenho'----------------------------Leão : Foi por causa desse que inventaram o tal de complexo de Superioridade.. Bicho mais convencido, não há.. É o primeiro prêmio em interpretação nos festivais, arrasa na chula, é a mais bela prenda e o rei do gado. Exige respeito e não consegue ficar na mesma sala com uma TV ligada, pois não admite concorrência. Vai sê o chefe da ala dos Napoleão lá no São Pedro. Lema:'Tudo que tenho me ama'-------------------------------------------------------Virgem: Virge! Cruzes! Esse é roxo por limpeza. Tu acaba de assá um churrasco e ele já tá lavando os espetos. Tem cuia própria pro mate, porque é mais higiênico, e tá sempre de vassoura na mão. Parece normal, mas é dos mais maníacos. Lema:'Não tenho tudo que examino, mas examino tudo que tenho'-------------------------------------------------------
Libra : É danado de namorador. Só quer pezinho pra cá e pezinho prá lá. Não faz outra cosa. Também adora se metê em política, mas só fica olhando, em cima do muro, enquanto a indiada dá um duro aqui embaixo. Metido a aristocrata, come churrasco com garfo e faca e usa guardanapo. Nem sei se não usa cuecão de florzinha por baixo das bombacha, mas pode ir tirando o cavalinho da chuva, porque é só frescura. Ele não é veado. Lema:'Não tenho tudo que amo, mas vou ficar conhecendo no sábado à noite'-------------------------------------------------------Escorpião : O loco dos loco. Pra puxá o facão não faz cerimônia. Mas, depois de todo o estardalhaço, fica com uma cara de culpado e arrependido, que irrita até a mãe dele. Não perde a mania de mexer nos trauma... dos outros. O velho Freud, que também não era dos mais normal, tinha o tal de ascendente em Escorpião. Esse nem com banda... Lema:'Não possuo tudo que amo, mas amo tudo que possuo. E cuido de perto'----------------------------------------------------- Sagitário : O índio aqui acha que é o verdadeiro centauro dos pampas, citado várias vezes pelos nossos historiadores. Se perdeu do seu bando e não sabe se foi perto de Vacaria ou de Pelotas, de tão loco..
Se alguém quiser se comunicar com ele, este é o e-mail: Lema: 'Não tenho tudo que amo, mas não me importo com isso'. -------------------------------------------------------
Capricórnio : Esse é o introvertido.. Metido a tímido, mas foi ele quem descobriu o complexo de inferioridade. Não quer incomodar, e pra fazê ele entrá no rancho ou se chegá pra roda de chimarrão é um custo. Não se acha nada, sonha com ele no futuro, que é quando ele acha que vai existir. Outro que só internando. Lema: 'Tenho tudo que amo, e trabalho para ter mais ainda'
-------------------------------------------------------
Aquário : Ele qué mudá o mundo. Não muda nem as tela dos galinheiro e as lâmpada queimada. Adora uma revolução, um protesto ou deixá o povaréu de cabelo em pé. No fundo o que ele quer é aparecer. Lema: 'Não tenho tudo que amo, mas estou pouco me lixando para posses'
-------------------------------------------------------
Peixes : Já esse, o que quer é desaparecer. Vive com a cabeça nas nuvens, viajando... Diz que conversa com o Boitatá, já viu o Negrinho do Pastoreio, e recebe o Sepé Tiaraju. Mas o que tem de doido tem de bonzinho. É só não contrariar. Lemas:'Eu acredito em gnomos, fadas, coelhinho, papai noel e assemelhados..' 'Não me siga. Também não me lembro para onde estava indo'

Saudade da guiguinha...

As palavras podem desmoralizar uma pessoa até a apatia ou espicaçá-la até o deleite, podem exaltá-la a extremos de experiência espiritual e estética. As palavras têm um poder assustador. E tudo isso é muita verdade, não acredito haja alguém que duvide. As palavras têm uma força, uma resistência, um poder que suplantam quase tudo que existe no mundo. Passam exércitos, passam impérios, passam repúblicas, mas as palavras não passam. Elas são permanentes, mais firmes do que os granitos dos palácios e dos monumentos. as palavras de Sócrates, escritas por intermédio de Platão, suplantaram todos os governos gregos e suas obras militares ou civis. Passarão as pirâmides e a esfinge do Egito, mas as palavras do "Livro dos Mortos" não desaparecerão.
Deve ser por isso que nós dispomos, na Língua Portuguesa, de uma palavra que não tem igual no mundo em sentido, em significado, em força, tanto no aspecto denotativo (se isso é possível!) como no conotativo. É a palavra saudade, de origem tão obscura como o fundo dos mares portugueses, tão misteriosa como a virgindade das selvas brasileiras, ou tão cheia de calor como as terras de Angola ou Moçambique, também de linguajar lusitano.
De onde veio realmente o vocábulo saudade? Do latim solitate (soledade, solidão)? Do árabe saudah? Dos arcaísmos soydade, suydade? Até Antenor Nascentes, que foi nosso melhor estudioso da etimologia, não é convincente na explicação da origem. Influência da palavra saúde, como pode parecer uma analogia fonética? Dificilmente.
Não sendo possível definir a matriz de onde sai esta filha tão grata a todos nós, resta-nos apenas a satisfação e a honra de tê-la em nosso vocabulário, sem o perigo de competição por parte de qualquer língua de dentro ou de fora de nossa família latina. O francês solitude está longe de ter o mesmo significado. Mesmo do esperanto (re)sopiro e rememoro estão longe de alcançar nossa expressividade. São termos que passam a quilômetros de distância da riqueza semântica do que usamos.
E o que é mesmo saudade? Um sentimento que deve existir no coração de toda criatura humana, seja ela de qualquer raça, de qualquer parte do mundo, seja pobre, seja rica. A saudade não escolhe, não discrimina, não se faz de rogada para existir. Ela vem de mansinho ou vem fortemente, chegando quando menos se espera. A saudade é amiga da solidão, companheira inseparável do amor, visita invisível da amizade, às vezes pedaço de paixão, em muitos casos suave perfume de momentos de carinho e ternura.
Realmente, não é fácil definir o sentimento da saudade. E é talvez por isso que ela só exista, como palavra, na Língua Portuguesa, na mística do povo de nossa raça, principalmente no brasileiro, esta maravilhosa mistura de sangue tropical, fruto de três origens: a branca, a negra e a tupi. Saudade é dor que sufoca o coração e alegra a alma. Saudade é presença do ausente, é lembrança do bem-querer, um doce convívio com a distância, uma alegre e agradável tristeza do ver-não-vendo, do amar sem o objeto do amor...

A cara do Brasil ...

























































































































sábado, 30 de agosto de 2008

Para minha colega de trabalho...

Há coisas nesta vida que a gente só descobre por intermédio da internet. Graças a ela, aprendi por exemplo que em 20 de julho é celebrado o Dia do Amigo. Soube dessa curiosidade graças a um camarada que jamais vi, li ou ouvi na vida, mas que por possuir meu e-mail em sua lista, ao lado de mais uns 70 incautos destinatários que receberam a mesmíssima mensagem padronizada, enviou-nos um desedificante anexo de Power Point com mais de 1.000 KB, contendo fotos bucólicas de crianças brincando com um pôr-do-sol ao fundo, ilustradas por versos da indefectível canção do Milton Nascimento que diz que "amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito".
Uma rápida pesquisa esclareceu que o Dia do Amigo surgiu graças à iniciativa de Enrique Ernesto Febbraro, um professor argentino que viu o homem chegando à Lua no dia 20 de julho de 1969, por intermédio da missão tripulada Apollo XI, constatando que, naquele singelo momento histórico, toda a humanidade quedou-se em frente às televisões que exibiram aquele instante ao vivo, como se todas as fronteiras e diferenças ideológicas tivessem sido momentaneamente dissipadas.
De boas intenções, todos nós estamos cansados de saber que o inferno faz jus ao slogan que aquela marca de desodorante costumava propagar: "sempre cabe mais um com Rexona". Mas o fato é que, apesar da aparente ingenuidade de se propagar mais uma efeméride feito essa, que soa a invencionice para incrementar vendas de comércio e lotar nossas caixas postais com cartões virtuais piegas, fiquei pensando no conceito por vezes abstrato da Amizade.
Amigo, para mim, é aquela pessoa que tem a liberdade de pensar em voz alta na sua frente, dispensando floreios e dizendo o que realmente acha de suas atitudes. Porém, levando em consideração as sábias palavras de Leonardo da Vinci: "Repreende o amigo em segredo e elogia-o em público". É aquela pessoa a quem você empresta dinheiro, mas que faz questão de pagar a dívida antes mesmo que você pense em cobrá-la. Ou, viceversamente falando, é o cara com quem você pode contar nos dias em que é necessário vender o almoço para pagar o jantar.
É o ombro no qual você chora suas pitangas, nem que seja às duas da madrugada (por exemplo, quando você é surpreendido com desculpas infames como "não quero estragar a nossa amizade"), e que não pestaneja em lhe dar aqueles esporros necessários ou os afagos que seu ego combalido por vezes requer.
É bóbvio dizer que um verdadeiro amigo é muito mais do que um e-mail na lista de contatos do Gmail ou figurinha em seu álbum do Orkut, mas por vezes as maiores obviedades precisam ser reiteradas.
Quanto a mim, posso dizer que tenho a sorte de ter amigos de rara estirpe vida afora, daqueles que se reúnem em torno de uma mesa de bar e passam horas conversando, esquecidos dos ponteiros do relógio e das vicissitudes do dia-a-dia, inclusive tendo a sorte e o privilégio de ter me tornado colega de trabalho de vários deles.
Amigos compartilham nossos sonhos, neuras, paixões, decepções, alegrias. Riem das abobrinhas que a gente fala, têm à mão um lenço de papel nas horas que a gente necessita. E, principalmente no meu caso particular, compreendem quando eu demoro semanas para responder a um e-mail ou dar um telefonema; meus amigos necessitam ter paciência oriental.
Amigo é aquela pessoa que você não vê há meses, mas quando encontra faz aquela algazarra juvenil:
- Fala veado, cadê a sua mãe?- Tá lá na zona, aprendendo tudo com a sua!
Amigos falam palavrões com o mais inesperado dos carinhos. Respondem aos nossos rasgos de pieguice com um abraço. São o nosso amparo ao desconcerto com que este mundo é regido. E acreditam de olhos fechados na nossa versão da história.
Enfim, para resumir a história, desejo que todos os meus amigos encontrem a felicidade que eu sei que eles fazem por merecer. E ponto final!

Falar mal é barbada...

O querido leitor Tiago Cruz chamou minha atenção para uma crítica publicada na Folha de S. Paulo, no dia 29 de julho, de autoria de João Pereira Coutinho, que até um tempo atrás – antes de ele começar a se vangloriar de suas façanhas – eu apreciava bastante. O autor, não a crítica. Eu já tinha lido a dita cuja, mas de certa forma havia me identificado com Coutinho, que disse apenas o que pensa e, desta maneira, não justificaria uma refutação. Mas, porém, contudo, entretanto, pensando nos leitores do Bom de lingua, resolvi fazer minha própria análise da crítica, afinal se ele botou a cara pra bater é porque espera safanão. Eu bem sei.
O texto diz respeito ao filme Batman - O Cavaleiro das Trevas, e já começa preconceituoso quando diz que seres preocupados em salvar a humanidade não podem usar collants, máscaras, pinturas ou capas voadoras. Uma coisa é admitir o ridículo de se usar cueca por fora da roupa, outra é dizer que alguém vestido assim não pode salvar o mundo. Gandhi se vestia de quê? Algo bem próximo a um pano de chão, procure no Google uma imagem. De repente é o must na Índia, mas há de se admitir que se parece bastante com um pano de chão (ou lençol, nos dias mais frios). E se ele se maquiasse como os caras do Kiss, perderia a importância? Se estivesse nu? Cortado como Iggy Pop ou Sid Vicious? Ou só vale se for limpinho e asseado? Se fosse dar um jeito em São Paulo, poderia vir até de vassoura vestido de Tiririca. Eu não me importaria. Você?
Ah, sim, estamos falando de cinema. Mais um motivo pra que tudo possa, graças a Deus. Graças a Ele – seja Ele quem for - que criou a gente, existe arte, que tudo pode.
Coutinho acha que não. E acha que homens adultos, casados (ohhhh, homens casados = homens maduros. Ahan, conta outra.) que gostam de Batman e afins são, trocando em miúdos, impotentes. Foi ele quem disse, não eu. Eu já acho que se diverte, não tem que ser reprimido, muito pelo contrário. Aliás, reprimir sim causa impotência, assim como perversões sexuais. Eu me divirto horrores lendo Harry Potter, ouvindo Ramones e assistindo ao Monty Phyton e por isso sou iletrado? Sério mesmo? Ah, tá. Alguém ditou a regra que Monty Phyton (loucos, vestidos até de velhinhas arruaceiras, fazendo as coisas mais infantis do mundo) pode, então eu sou só meio iletrado.
Em uma coisa, porém, eu concordo: devemos dar a devida importância às coisas. Não adianta projetar significados extras à última saga do homem-morcego, querendo estipular metáforas com a nossa realidade e chegando ao extremo de dizer que Cavaleiro das Trevas não seria possível se não fosse o 11 de setembro, que, por sua vez, sozinho, levou o mundo à catástrofe de ser o que é hoje. Menos. Creio ser impossível criar algo sem ser um pouco contemporâneo (a não ser obras de época) e bebericar no mundo – podre há tempos, não depois de um dia específico – que nos rodeia, mas daí a querer traçar paralelos a torto e a direito sobre a obra de um artista é forçar a barra, é trabalho pra crítico... essa raça que nasceu para bisbilhotar a produção alheia. E da mesma forma, devemos dar a devida importância ao trabalho de Heath Ledger, e não entrar no coro de “ele merece o Oscar”. O cara esteve fabuloso, não lembrava nem de longe o insosso caubói de O Segredo de Brokeback Mountain. Morreu, pena, muita, mas é isso. Oscar a ele seria um contra-senso. Ainda que eu não duvide que role.
Para terminar o capítulo “bisbilhotando a vida alheia”, aponto o que pra mim é o maior erro de Coutinho: dar importância desmedida não só a um filme feito para divertir, como, principalmente, às críticas irreais que o longa rendeu: “Confrontado com Batman e Coringa, nenhum adulto equilibrado vê um super-herói e um supervilão. Vê, simplesmente, dois dementes de pijamas que fugiram do asilo da cidade”. Não sou equilibrada, portanto.
Guardo aqui pra mim que Coutinho invejava a fantasia de algum coleguinha no jardim da infância. Não é possível alguém inteligente se importar tanto com isso. Apesar de que alguém inteligente, inegável, que fica recitando quantos livros tem, quantas vezes já assistiu ao Casablanca, em que museu foi ontem, antes de ontem, na semana passada, e por aí vai, está com sérios problemas de auto-afirmação. Sabe aquela máxima de que homem que tem carrão está querendo compensar algo de sua anatomia que deixa a desejar em tamanho? Pois é...
E como ele diria, divago. Quase consigo imaginá-lo saindo do armário vestido de Demolidor para incorporar uma fantasia sexual anti-impotência. Ué, não tem gente que se veste de babá, mecânico, enfermeira? Demolidor está até num nível acima, exige um certo conhecimento, vai. Difícil ia ser segurar a crise de riso.

Black ice

"Os australianos do AC/DC escolheram o seu site oficial e as redes
de lojas Wal-Mart e Sam's Club para lançar com exclusividade seu novo álbum, Black Ice. O trabalho é o primeiro da banda em oito anos e sai no dia 20 de outubro.
O primeiro single do disco produzido por Brendan O'Brien é "Rock 'n' Roll Train". Além dele, que começa a ser tocado em 28 de agosto nas rádios dos EUA, haverá no dia 9 de setembro o lançamento do DVD No Bull: The Director's Cut. O filme traz a banda se apresentando na Plaza de Toros de las Ventas, em Madri, em 96. O último disco do AC/DC tinha sido o Stiff Upper Lip, de 2000.
Conheça as faixas de Black Ice:
"Rock 'n' Roll Train""Skies on Fire""Big Jack""Anything Goes""War Machine""Smash ´n´ Grab""Spoilin' for a Fight""Wheels""Decibel""Stormy May Day""She Likes Rock 'n' Roll""Money Made""Rock 'n' Roll Dream""Rocking All the Way"" Black Ice

Ben Stiller, ataca outra vez...

Infelizmente, quase ninguém no Brasil viu Extras, ótima série da televisão inglesa criada por Rick Gervais, o mesmo de The Office original. Primeiro porque passou na HBO Brasil, que poucas pessoas têm, e depois porque o DVD nunca saiu por aqui. Toda essa volta foi para lembrar que no primeiro episódio da série que retrata os bastidores da indústria cinematográfica, sob o ponto de vista dos figurantes ("extra" em inglês), o diretor do "filme" é Ben Stiller, que se deixa ser filmado como um cara asqueroso, cheio de si, que não pensa duas vezes antes de jogar na cara dos outros atores que já passou a mão na bunda da Cameron Diaz e fez milhões de dólares em bilheterias.
O episódio é quase um aquecimento para o que se vê em Trovão Tropical (Tropic Thunder, 2008), dirigido (esse de verdade) por Ben Stiller e que é uma grande sátira a Hollywood e seus atores cheios de regalias e estrelismos mil. Até mesmo as piadas sobre retardamento mental, adoção de crianças e pandas, que podem ser encaradas como politicamente incorretas, são na verdade críticas aos atores que encaram projetos desse tipo para se autopromover.
Diferente da atual mania de fazer paródia reiniciada pelos irmãos Wayans em Todo Mundo em Pânico (Scary Movie, 2000), Stiller e os co-roteiristas Justin Theroux e Etan Cohen optam pelo humor mais non-sense, com situações que se tornam engraçadas pela forma como os personagens as encaram, levando tudo aquilo a sério. Essa é a grande piada de 107 minutos que se prolonga sem se repetir.
A história começa logo depois que uma série de trailers apresenta os atores principais envolvidos na filmagem de uma mistura de Apocalypse Now (1979) com O Resgate do Soldaddo Rya (1998). Estão lá o rapper Alpa Chino (Brandon T. Jackson), o astro de ação Tugg Speedman (Ben Stiller), o comediante e cocainômano Jeff Portnoy (Jack Black) e o pavio curto Kirk Lazarus (Robert Downey Jr.). Quem os comanda é o diretor estreante Damien Cockburn (Steve Coogan), que após apenas uma semana de filmagens está 15 dias atrasado no seu cronograma e 100 milhões de dólares além do seu orçamento original. O produtor está na sua cola e o elenco de estrelas parece não se entender nem cena nem com as câmeras desligadas. Desesperado, o cineasta tenta uma última cartada: se embrenhar no meio da densa mata e utilizar câmeras escondidas para montar o mais realista dos filmes de guerra que o cinema já viu.
Como estamos falando de uma comédia de ação, é lógico que nem tudo vai correr conforme o planejado e logo os astros se envolvem em disputas pessoais e, para piorar, caem na mira do grupo de traficantes que domina a região. Aliás, vale a pena ser dito que tanto quanto o lado cômico, a ação também é muito bem trabalhada e nada deve às grandes fitas do gênero. Tal preocupação se mostra com a contratação do diretor de fotografia John Toll (Além da Linha Vermelha, Coração Valente, O Último Samurai) e o elevado o orçamento de estimados 92 milhões de dólares - acima, por exemplo, de O Procurado (Wanted, 2008), que custou 75 milhões - já contando o cachê dos astros, lógico.

Novas da Marvel...

Participando da Fan Expo 2008, em Toronto, Canadá, a Marvel Comics anunciou diversos projetos com os X-Men para o fim deste ano e início de 2009. São minisséries e especiais ligados ao "universo coadjuvante" dos mutantes, bem como algumas viagens pelo passado dos personagens. Confira a lista:
- X-Men: Kingbreaker, escrita por Chris Yost, serve como continuação da saga "Ascensão e Queda do Império Shiar", bem como da minissérie Emperor Vulcan, e segue Destrutor, Polaris e Rachel Grey em suas aventuras cósmicas contra Vulcan. A mini também é uma prévia de "War of Kings", saga cósmica da Marvel para 2009. Kingbreaker, em quatro capítulos, estréia em dezembro.
- Weapon X: First Class, outra minissérie, junta-se à linha "First Class" para recontar histórias do passado dos mutantes. O foco agora é no programa Arma X, que gerou Wolverine, Dentes-de-Sabre e vários outros personagens. Os roteiros são de Marc Sumerak e os desenhos de Mark Robinson e Tim Seeley. Estréia em novembro.
- Spider-Man/X-Men, por Christos Gage e o italiano Mario Alberti, é o projeto mais especial da lista. Em quatro edições, a minissérie vai retratar quatro diferentes momentos da relação entre Aranha e X-Men, dos anos 60 até hoje. A primeira história, por exemplo, mostra o Aranha e a equipe clássica dos mutantes. A segunda já aborda "Massacre de Mutantes" e "A Última Caçada de Kraven".
- O quarto projeto, ainda com o nome secreto, vem sendo divulgado pela Marvel através de imagens misteriosas - sempre em preto-e-branco com um toque de azul ou vermelho. Uma delas foi revelada na convenção de Toronto, com a frase "se já ouvi falar de Jean Grey?". Segundo rumores, é um projeto da linha O que aconteceria se que envolve os personagens mutantes em uma aventura western.