sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O manto sagrado...


Dan DiDio está de novo provocando os fãs do Universo DC. O editor-chefe usou mais uma vez uma imagem enigmática, agora para deixar os fãs coçando a cabeça quanto a Battle for the Cowl, a minissérie sobre a tal batalha pelo manto que revelará o sucessor de Bruce Wayne.
Sobre a frase "I am Batman", a imagem apresenta pelo menos quatro disputantes pelo manto, segundo alguns fãs já interpretaram: Tim Drake (com o cajado Bo), Dick Grayson (mais ao centro), Jason Todd (o Batman cheio de armas, possivelmente) e Damian. Arlequina ocupa a vaga do ausente Coringa. Alfred está armado e preparado. O Batman em duas cores tem tudo para ser Duas-Caras. Batwoman aparentemente está fora da disputa, mas investiga algo. E o homem ao lado de Damian? Seria Silêncio, ou o próprio Bruce Wayne? Quanto à caixa da Wayne Enterprises de onde sai um corpo, mistério total.

terminator...

Quando ouvi dizer pela primeira vez que McG (As Panteras) havia sido escolhido para recuperar a franquia Exterminador do Futuro nos cinemas, admito que fiquei desconfiado. Não apenas pensei que ele não era o profissional mais indicado para o trabalho como também achei que muitos outros diretores melhores do que ele poderiam ter ficado com o filme.
É aqui que me desculpo e admito que estava errado.
Depois de visitar o set e descobrir algumas coisas sobre a produção minha impressão mudou totalmente. Até hoje não podíamos comentar nada a respeito pois ainda estávamos sob embargo - mas agora já podemos dividir algumas das nossas opiniões prévias. O estúdio, porém, solicitou que não revelássemos detalhes do roteiro ou surpresas, portanto, o artigo completo você lerá apenas algumas semanas antes do filme. E, acredite, há muito o que poderíamos revelar... Às vezes nessas visitas o cineasta e sua equipe são bastante protetores com o material e mostram muito pouco aos jornalistas, que saem sem ter muito o que contar. Esta, no entanto, foi uma das visitas em que todo mundo é um livro aberto, respondendo a qualquer pergunta e mostrando o filme em detalhes sem qualquer receio.
Uma das melhores partes dessa visita foi conhecer uma sala coberta de artes conceituais que contavam o filme do começo ao fim. As imagens mostravam cenas, personagens e os novos Exterminadores - robôs que conhecemos com profundidade, já que a equipe explicou um a um suas habilidades e como foram construídos. A única coisa que não nos revelaram, claro, foi o desfecho. Pelo que ouvimos, a história toda pareceu muito inteligente e detalhada, além de palco para toneladas de cenas de ação. Várias das perguntas que ficaram no ar nos três primeiros filmes da série também serão explicadas neste, em um grande trabalho de detalhamento de mitologia pelos roteiristas.
Outro grande momento da visita foi conhecer alguns dos sets que foram construídos. Sim, pois Exterminador do Futuro: A Salvação não recorreu a cenários em tela verde em sua produção. É um filme de grande escala com cenários e efeitos práticos - e cada local construído parecia habitado e real. O que achei mais interessante foi o bunker onde vive John Connor. Pude examinar os livros nas prateleiras e o estoque de baterias do líder da resistência humana contra as máquinas da SkyNet, tudo cuidadosamente arrumado. Afinal, estávamos em um apocalíptico futuro, onde suprimentos como baterias precisam de cuidados especiais.
Visitar estúdios e cenários é sempre interessante, mas nada se compara a ver Christian Bale (Batman) interpretando John Connor e enfrentando um Exterminador. Enquanto a maioria das visitas a sets de filmes mostram cenas de média ou pequena importância sendo rodadas, nesta fomos presentados com as filmagens de uma grande cena de ação que culmina em um momento importantíssimo para a trama. Como não podemos dizer muita coisa, vale apenas comentar que John não estava tão bonito na saída....
Por último, pude assistir a 10 minutos de cenas no trailer de McG. Os takes selecionados mostravam momentos diversos do filme e me pareceram fantásticos, ainda que os efeitos não estivessem totalmente prontos. Melhor ainda foi a possibilidade de conversar com o cineasta, que discutia empolgado as opiniões de todos os presentes, querendo saber o que gostamos e o que não gostamos. Novamente, algo bem diferente do que estamos acostumados nessas visitas...
Ambientada em 2018, a trama acompanha John Connor, o homem destinado a liderar a resistência humana contra a Skynet e seu exército de Exterminadores. Mas o futuro no qual Connor foi criado para acreditar foi parcialmente alterado pela chegada de Marcus Wright (Sam Worthington), um estranho cuja última memória é a de estar no corredor da morte. Connor precisa entender se Marcus foi enviado do futuro ou resgatado do passado, se é aliado ou inimigo. Exterminador do Futuro: A Salvação tem lançamento previsto para 22 de maio de 2009.

Grande Ronaldo...











sábado, 20 de dezembro de 2008

Histórias que a mamãe me contava...

Ele subiu até o décimo-primeiro andar, onde funcionava a tradicional editora, aquela, que primava por lançar exclusivamente biscoito fino. Atravessou a sala onde dezenas de criteriosos avaliadores conferiam originais de centenas de aspirantes a autores. Ninguém reparou no sujeito gordinho com boné do HSBC, que se aproximou da larga janela e, com toda a naturalidade, pôs um pé para fora, outro, pronto: estava no parapeito, recostado à parede externa do prédio – um passo à frente e o destino seria a calçada, 33 metros abaixo. Levou alguns minutos para que todos, dentro e fora do edifício, percebessem: é, em meio à fiação das luzes natalinas da fachada do prédio tinha mesmo um sujeito ameaçando pular do parapeito da editora, aquela.
Quando os bombeiros chegaram, junto com a televisão, foi dada a palavra ao inusitado alpinista literário – aliás, esta uma tirada da espirituosa repórter, que, destemida, ainda se chegou ao parapeito e estendeu a ele o microfone.
E ele:– Se não rasgarem meus originais eu pulo.
Lá embaixo uma multidão começando a se formar. “Olhaí. Juntando público, de novo”, pensou o suicida, batendo devagarinho e muitas vezes a cabeça na parede. “Droga.”
Perto dali, em uma pequena sala, o corpo editorial era reunido, às pressas, com o chefe dos bombeiros e a repórter, que deu mais detalhes: – Ele exige que os originais do livro dele, atualmente em poder da editora, sejam destruídos imediatamente, antes da avaliação. Senão ele se mata.
O editor, mordiscando a piteira: – Não posso firmar este compromisso! Não li o manuscrito, ué! Vai que é uma obra original, de qualidade instigante. E obra original com qualidade instigante eu publico mesmo. Tenho uma reputação, caramba!
O chefe dos bombeiros (que cursava o 3º ano de Letras): – O senhor vai deixar que, em plena proximidade do Natal, um ser humano se estatele lá embaixo, por conta de uma diretriz empresarial? Que imagem a editora, esta, quer passar aos formadores de opinião?
A repórter (cara de bassê filhote mas engraçadinha maquiada, sua primeira cobertura jornalística para a televisão), não perdendo a oportunidade: – Seja qual for a imagem, ela vai ser transmitida pela emissora, esta. Só para avisar.
Meia hora depois lá estava o editor, de pé, no parapeito – devidamente atado por um colete a um cabo de aço, tentando uma negociação com o suicida. E a repórter na janela, de prontidão, no ponto para transmitir – aonde as coisas chegam – em rede nacional.
– Não, não tem blablablá – se exaltou o suicida, vendo o aparato todo. – Ou destroem meus originais ou eu pulo. Não tentem me enrolar!O editor, paciente, cochichou: – Tá, só diz uma coisa. Por que você enviou o manuscrito?– Não fui eu. Foi meu agente. Quer dizer. Ela adora se chamar de meu agente.– Ela? – Minha mãe.– Ah.
Passados uns minutos, estabelecido um certo esboço de clima confessional, ele devagar foi se abrindo com o editor. Contando, por exemplo, quando, aos quatro anos, aprendeu a ler memorizando o Howl, o que bastou para a mãe: “Vidinha, vem recitar aquele poemão do Ginsberg pras visitas”. Ou quando, aos onze, redigiu escondido, na escola – para fazer as aulas passarem mais rápido – uma atualização do Gilgamesh, adaptada à Europa do pós-guerra, mas a mãe não só descobriu como subornou a diretora para fazer com que ele lesse alguns trechos para todo o colégio, no Dia do Professor (ele diante do microfone, o rosto queimando, e ela, lá na platéia, só mexendo os lábios: “Vidinha”). E mais, mais, até chegar àquilo: ela tinha conseguido entrar no computador dele, imprimiu a história que ele vinha atualizando em um blog – fechado para leitores – e mandou tudo para a editora.
– Eu escrevia o blog só para ir me acostumando ao teclado do meu Macintosh novo – ele arrematou, para depois ainda acrescentar, a voz cada vez mais sumindo: – Fui descobrir tudo hoje, quando ouvi ela ligando para uma gráfica e orçando os convites do coquetel de lançamento. Tudo em papel couché.
– Sei, sei – disse o editor. E, depois de um tempo: – Mas, só por curiosidade. Me faça um resumo desse romance aí.
“Ha, o velho truque”, pensou o suicida. E não entregou os pontos:– Olha. Ele não fala da vida nem da morte. E nem que o importante está nos detalhes. Não menciona a dificuldade de comunicação entre as pessoas nas grandes metrópoles. Não toca em façanhas sexuais, bebedeiras, tráfico de drogas. Não trata nem de longe de crimes insolúveis pelas vias habituais. Pula todas as questões existenciais e despreza qualquer pincelada memorialista ou regionalista. – Retomou o fôlego. – É isso.
O editor, coçando o queixo e mastigando a piteira, contemplando o cenário ao redor deles – prédios, prédios maiores, espigões, a programação visual natalina em todos eles, a fumaça, os quarteirões, as calçadas, os pontinhos de gente indo, vindo e voltando, e principalmente se juntando na calçada – como se aquilo conferisse um tom de sentença ao que ele iria dizer, foi falando: – Escuta, não vou mentir. Pelo que eu vi, é exatamente o que eu procuro. Como profissional criterioso, jamais deixaria passar a oportunidade. Tenho certeza de que finalmente achei a história que vai consolidar de uma vez por todas minha reputação editorial. Se você quiser, pode até pular. Mas vai deixar um livro publicado, um editor realizado e uma mãe feliz, falando muito mais ainda de você. É realmente o que você quer?
O suicida, olhando ora o editor, ora a enorme multidão cada vez maior lá embaixo, começou a suspirar em série. Depois de alguns minutos perguntou, a voz desbotada: – O que eu faço, então? – Publicamos com pseudônimo. Eu espalho à imprensa que achei seu livro uma droga, sua mãe passa por um desgosto memorável, a obra sai publicada com outro nome, abro uma conta secreta para você e pronto. Que tal?
Os dois apertaram as mãos e voltaram à janela. A repórter estendeu então o microfone ao ex-suicida e este, com a mão no ombro no editor: – Ele me fez ver a verdade. Então eu refleti. Pensei, pensei e aí acabei desistindo.
A repórter, efusiva, misturando emoção com a necessária presença de espírito, decretou para a câmera, para todo o país: – Assim, o desfecho deste emocionante episódio mostra que o editor, este, é um verdadeiro expert em auto-ajuda!
Cinco ou seis segundos depois todos notaram o colete de segurança do editor aberto, pendendo no espaço, o fiozinho de fumaça da cigarrilha – e um corpo com camisa de cambraia, calça de linho inglês e suspensório se estatelando lá embaixo.
É que tinha a reputação.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Esperança...

Eis que surge um novo Jesus Cristo melhorado, afinal, ainda por cima, ele é negro!
Barack Obama veio nos salvar. Isso mesmo. Não apenas vai salvar o país no qual foi eleito -
que há muito está mal das pernas e, em minha opinião, impossível de ser salvo -
mas também o mundo. É o que senti quando vi comemorações por todos os cantos do mundo na hora em que ele foi declarado oficialmente o vencedor da eleição. Foi um misto de “ganhamos a Copa” e “ressuscitaram John Lennon”.
E todos os cantos inclui o Brasil, cuja imprensa cobriu tão intensamente a eleição estadunidense, que por um momento pensei que estivesse em Nova York. Até que... olhei pela janela e vi os mesmos antigos problemas brasileiros logo ali, com o acréscimo do nosso próprio furação Katrina. Tão forte está a intenção de transformar o que houve em Santa Catarina em Katrina, que as pessoas chegam a trocar os nomes. Agora resta esperar que Obama venha nos salvar, a nós, aos catarinenses, aos do sertão nordestino... Afinal, ele é capaz de tudo, ao que parece.
Eu não sei se é mais ridículo ver Will Smith admitindo que votou pela primeira vez ou assisti-lo confessar que está “quase chorando novamente” ao se lembrar, quando entrevistado por Oprah Winfrey, do momento em que Obama foi anunciado o novo presidente. Enxergo dois pontos graves nisso tudo:
1. Qualquer coisa seria melhor que Bush, portanto Obama foi uma escolha lógica. Tudo bem que há muito os Estados Unidos não são exatamente lógicos, a terra do faz de conta, mas para nós, os sofridinhos – mas mais conscientes – do Terceiro Mundo (ou seja lá a alcunha que temos hoje), era como somar dois mais dois. Moral da história: aplaudamos o surto de lógica estadunidense e rezemos para que perdure.

2. Agora, Smith e Oprah, dois negros donos de dois dos maiores salários dos Estados Unidos, estavam comovidíssimos por um negro chegar à presidência!? Deus do céu, que espécie de preconceito é esse? Por que, num país com tantos negros em posição de destaque, ainda é surpreendente que um deles seja o novo presidente? Eles, que sempre lutaram em se desvencilhar da imagem “somos bons apenas em entretenimento e esportes” também estavam surpresos com a façanha de Obama, um cara formado em Harvard, inteligente, coerente, dono de um ótimo discurso, agraciado por um bom momento. Fica a pergunta: estão mais felizes por terem eleito um homem capaz ou por terem eleito um negro?
Fato é que desejo muito boa sorte a Obama. Porque de norte a sul do mundo a expectativa é grande, gigante, uma espécie de punição por ele ter conseguido ser eleito. Agradar a todos vai ser missão impossível, mas se cabe um pedido brasileiro na lista, peço que ele não se esqueça dos assuntos ambientais, assim a gente não tem de enfrentar outros Katrina sob o comando de alguém que definitivamente não é Jesus Cristo.

Língua Portuguesa...

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro

nada dou aos pobres.Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna?
Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta> interpretação:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença.

Ajuda a Santa Catarina...

Prezados colaboradores:

O Grupo RBS está lançando para todo o Rio Grande do Sul, a exemplo do que já estamos fazendo em Santa Catarina, a campanha “Solidários por Santa Catarina”, com o objetivo de mobilizar as pessoas e intensificar a doação de alimentos, roupas e calçados, material de higiene e limpeza e recursos em dinheiro.

A partir desta sexta-feira (28) à noite entram no ar comerciais de televisão e rádio, chamadas na internet (especialmente no hotsite
https://ex.rbs.com.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://www.sossc.com.br/), seguidos por anúncios de jornal que estimulam as doações e orientam sobre a melhor maneira de encaminhá-las a Santa Catarina.

Participam da campanha, além de comunicadores da RBS, personalidades como o presidente da Fiergs, Paulo Tigre, a presidente-executiva da ONG Parceiros Voluntários, Maria Elena Johannpeter, e o ex-goleiro Taffarel. Toda a prestação de serviço da campanha é orientada pela Defesa Civil catarinense e conta com o apoio logístico do Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul e dos Correios.

VEJA PARA ONDE ENVIAR AS DOAÇÕES:

Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul
Ligue para o telefone 0800-5416000 e informe-se sobre os postos de coleta no Estado. O Banco de Alimentos, ao contrário dos Correios, também recebe líquidos (Ex.: água, leite, sucos).

Correios
As doações podem ser encaminhadas em qualquer agência dos Correios, já embaladas em caixas ou pacotes de até 30 kg e endereçadas à Defesa Civil de SC. A remessa não tem custos para o público. Os Correios não transportam líquidos.

O QUE DOAR:

Alimentos: Não-perecíveis e dentro do prazo de validade. A Defesa Civil orienta que os donativos, neste momento, sejam alimentos que não necessitem de preparo, tais como barras de cereais, biscoitos (doces e salgados), chocolate em pó, leite em caixa, água de coco, amendoim torrado, frutas secas, mel, milho em conserva e paçoca.

Roupas e calçados: As roupas devem estar em bom estado de conservação, limpas e embaladas. Os calçados devem estar amarrados e com a numeração do par escrita no solado.

Roupas de cama: Cobertores, lençóis e travesseiros também são fundamentais neste momento. Os colchões são repassados diretamente pela Defesa Civil.

Higiene pessoal: Escovas e pastas de dentes (novas) xampu, sabonete e papel higiênico.

Utensílios domésticos: Água sanitária, desinfetantes, sabão em barras, luvas e botas de borracha.

PARA DOAÇÕES EM DINHEIRO:
Devem ser enviadas às contas bancárias da Defesa Civil de SC:

BANCO DO BRASIL
Agência:3582-3
Conta Corrente:80.000-7

BESC
Agência:068-0
Conta Corrente:80.000-0

BANRISUL
Agência:0131
Conta Corrente: 06.852725.0.5

BRADESCO
Agência:0348-4
Conta Corrente: 160.000-1

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Agência:1877
Conta Corrente: 80.000-8

ITAÚ
Agência:0289
Conta Corrente: 69971-2