domingo, 1 de novembro de 2009

De boca cheia

Sou só eu ou vocês também “pensam coisas” quando aquela dentista gata passa a língua nos dentes no comercial do Colgate Total Professional Clean Blowjob… digo… Colgate Total Professional Clean.
O “Blowjob” foi por minha conta.

Muito boa, he; he; he ...


Esses caras são demais...


It's only Rock in Rool...

Mais uma banda se rendeu à transmissão de shows pela Internet. Depois do U2, cuja apresentação do dia 25 de outubro, na Califórnia, foi visto por cerca de 2,5 milhões de pessoas, agora é a vez do Foo Fighters...
Dave Grohl e companhia vão tocar direto do Studio 606, nesta sexta-feira, com transmissão pelo Facebook, a partir de meia-noite da sexta para o sábado (horário de Brasília). Para se inscrever, clique
aqui. Durante a apresentação também será possível enviar mensagens pra banda via Twitter e pelo próprio Facebook.
O show comemora os 15 anos do grupo e promove o lançamento do Greatest Hits da banda, que chega às lojas no dia 2 de novembro. O álbum tem duas inéditas: "Word Forward" e "Wheels".
Uma edição de luxo da coletânea virá com encarte de 28 páginas com fotos inéditas e um DVD com vídeos da banda e imagens de shows em Wembley e Hyde Park, em Londres, e da turnê Skin & Bones. Puta show galera!!!

A realidade é dura...

Setembro foi um mês bastante agitado na indústria dos quadrinhos. Primeiro, a Marvel anunciou sua compra pela Disney; logo depois – e mesmo dizendo que não estava muito preocupada com as atividades da concorrente – a Warner anunciou a criação da DC Entertainment que, até o momento, não disse muito a que veio. Rebaixaram o Paul Levitz, que passou de chefão da editora para consultor e roteirista freelancer o que, para mim, soa muito como um prêmio de consolação. Algo do tipo “você deu seu sangue, tomou algumas decisões arriscadas que, bem ou mal, mudaram a cara da indústria mas, nos últimos anos, a DC anda muito mal das pernas – em termos criativos – e, como a Disney acabou de comprar a Marvel, nós, da Warner, que já estamos comendo muita poeira da concorrente, precisamos de uma notícia quase tão grande quanto essa pra avisar aos investidores e leitores que ainda estamos aqui. Como o setor de gibis da empresa é o que chama menos a atenção – só serve para controlarmos os filmes baseados em quadrinhos que levamos ou não às telas – sinto muito, mas o senhor terá que sair. Em respeito aos seus anos de dedicação, no entanto, criaremos um cargo para que possa continuar trabalhando conosco, como consultor (mas não espere ser consultado em qualquer questão realmente importante). A propósito, chegou aos nossos ouvidos que há décadas você também foi escritor de quadrinhos. Assim sendo, caso o queira, arrumaremos um espaço para que possa voltar a escrever. Quem sabe não lhe damos um título para escrever daqui a algum tempo? Não se magoe, Paul. Você sabe como são as coisas, não é nada pessoal, apenas negócios”.

A nova obra de James Cameron...

Na apresentação da Ubisoft, o cineasta surgiu e contou que criou a ideia para o projeto há 14 anos - quando a tecnologia para criar o filme simplesmente não existia. Uma década depois, a produção foi ressuscitada, já que agora os recursos para torná-la real - como captura de performance corporal e facial - já estão disponíveis.
Estou falando de AVATAR ... O texto abaixo traduz os melhores momentos (e foram vários) da palestra de Cameron, a maior sobre o filme até aqui.
Sobre a trama, Cameron explicou que o cenário é o século 22, com a ação quase toda acontecendo em Pandora, uma lua orbitando o planeta gasoso Poliphemus em Alfa Centauro. "Pandora é como a Terra, um planeta com formas de vida incríveis, densa vegetação e a civilização dos Na´vi, uma raça humanóide mais primitiva que a nossa, mas muito mais sábia. Eles podem ser guerreiros ferozes quando provocados, mas normalmente vivem pacificamente em suas florestas. Os humanos não podem respirar o ar de Pandora, então para que pudessemos operar por lá foram criados híbridos humano-Na´Vi, chamados de Avatares. Eles são controlados por pilotos humanos, que projetam suas consciências nesses corpos, vivendo através deles."
"O personagem principal é Jake Sully, um fuzileiro naval ferido em combate, paralisado, que vai para Pandora e pode andar novamente em seu Avatar. Conforme a história se desenvolve ele se encontra no meio de um conflito entre os militares humanos e os Na´vi, que se sentem ameaçados pela expansão da nossa raça em seu planeta. Como um Avatar vivendo em Pandora, ele se apaixona por uma garota Na´vi, uma personagem escultural e capaz de feitos incríveis de ação, alguém com quem vocês não querem se meter. Envolvido na cultura e aceito no clã Na´vi, Jake terá que escolher o lado em que ficará nesse conflito - e teremos um confronto maciço ao final do filme, com tecnologias futuristas e toda sorte de armamento sendo empregado contra os gigantes Na´vi e suas montarias selvagens, incluindo algumas aladas e formidáveis".
Sobre a produção, Cameron comentou que "é algo muito além do que já fiz até hoje e é por isso que está levando tanto tempo para ficar pronto. E ainda faltam sete meses. Pensem que Titanic levou dois anos para ficar pronto, então este é muito, muito grande. Desenvolvemos tecnologias novas para realizá-lo em 3-D estereoscópico com câmeras que levamos 9 anos pra projetar. O resultado é uma experiência 3-D totalmente imersiva que não será exatamente como ver um filme, mas participar de uma jornada, sonhar com os olhos abertos".
Sobre o jogo, que será em 3-D estereoscópico como o filme (o primeiro grande projeto de seu gênero), Cameron informou que a Ubisoft fez um incrível trabalho, dando ainda mais detalhes ao universo que ele criou e que sua equipe e a da desenvolvedora colaboraram mutuamente na criação do game. "Eu não quero que nada associada a Avatar seja meia-boca e estou muito satisfeito com este game, que é totalmente consistente com o que criei", completou, ressaltando que o produto não tem qualquer spoiler do filme e pode ser jogado antes do longa ser visto. "Coloquei a cabeça perto do monitor e foi a primeira vez que um game me deu medo", confessou.

domingo, 25 de outubro de 2009

Quem me conhece, sabe do que eu tô falando

Nelson e Renata tinham acabado de se mudar para Birigüi, que ficava no interior de São Paulo.
O lugar era muito sossegado e bonito. Renata havia comprado aquela casa com o dinheiro da aposentadoria de Nelson, que sempre foi muito trabalhador, embora tivesse um grande problema, era alcoólico... Talvez fosse por isso que Renata optou por comprar uma casa no interior, pois assim Nelson, agora aposentado, teria muitas tarefas para fazer, como carpir, cuidar da criação, etc...; O fato era que ele já estava muito debilitado da cachaça, e se continuasse em São Paulo sem trabalhar, ia acabar falecendo em virtude de seu álcoolismo. Durante a tarde, depois que ele cuidava dos seus passarinhos, ia sempre ao boteco que ficava no bairro, para tomar umas e outras. E quando caia a noite, Nelson voltava para casa travado de bêbado. Foi numa dessas tardes que o inesperado aconteceu.Renata acabara de lavar a louça do almoço, quando Nelson disse que ia no bar tomar só uma dose de pinga, (isso era pura mentira pois toda vez que ele saia para beber, eram doses e mais doses), foi até o barracão, pegou sua bicicleta "Barra Forte" vermelha e foi rumo ao bar. Chegando no bar, Nelson pediu sua primeira dose, foi quando entrou um velho e sentou-se do lado dele, esse tal senhor pediu uma dose também e começou a conversar com Nelson, bebida vai bebida vem, já eram quase seis horas da tarde Nelson disse para o velho que ia embora, mas o mesmo convidou-o para ir na sua casa, que ficava a poucas distâncias do bar que estavam. No princípio, Nelson disse que não, mas ai o velho fez uma proposta irrecusável para um alcoólico. Disse que em sua casa havia algumas garrafas de Rum e Conhaque, Nelson ficou encantado com aquelas palavras e logo topou a proposta, afinal era horário de verão. Nelson e o seu recente amigo caminharam durante algumas horas, isso por que o velho disse que sua casa ficava a poucos metros do bar. Chegando finalmente à casa, Nelson deu conta de que havia esquecido sua bicicleta lá no bar, mas ao ver as garrafas de bebida ele não ligou mais para a bicicleta que tanto gostava. Ficaram bebendo e conversando e aos poucos ficando mais bêbados ainda, quando se deram conta já eram onze e meia da noite, Nelson despediu-se do seu amigo-de-copo e foi embora.O caminho parecia estar totalmente diferente, pois além da embriagues ele não conhecia o lugar, afinal morava naquela cidade havia apenas três semanas. A escuridão o açoitava, o vento gelado parecia corta-lhe a pela e a bebida parecia subir à cabeça mais e mais. Foi quando, ao pegar uma ladeira, deu de frente a uma pista rodoviária. Agora Nelson estava mais desesperado do que nunca, pois eles não haviam passado em nenhuma pista rodoviária. As enormes carretas passavam e só com o vento de sua velocidade derrubavam o pobre do Nelson. O seu desespero era tanto que começou a chorar, foi quando o macabro aconteceu. Já quase desistindo de que ia chegar em casa naquela noite, Nelson saiu da rodovia e entrou em uma clareira, ajeitou-se em uma moita e tentou dormir, mas ao firmar a vista em direção ao matagal, viu a figura de um enorme homem vestido de preto, com chapéu que parecia uma cartola muito elegante, vestia um casaco de couro negro e calçava uma bota que reluzia até naquela escuridão. Ao lado desse homem havia um menino que segurava sua mão direita. O menininho vestia uma capinha de chuva amarela e galocha. No primeiro momento, Nelson pensou que aquilo era o efeito da pinga, mas foi mesmo assim em direcção daquele misterioso ser. Ao chegar frente à frente com o homem, o bêbado perdido teve um enorme susto, o menino ao lado do homem não tinha rosto. Nelson ficou tão horrorizado que a bebisse passou na hora. O homem tranqüilizou-o dizendo para não ter medo, pois o menino é inofensivo. Nelson surpreende-se quando o enorme homem pegou na sua mão e disse que o levaria para casa, pois sabia aonde morava. O bêbado(que após o susto já não estava mais) fixou o olhar no rosto do homem e ficou pasmado, pois a criatura tinha olhos de fogo. Mas mesmo assim Nelson não fugiu pois a força que o homem segurava sua mão era tanta, que não havia nem como escapar. Caminharam lado á lado por uma trilha, Nelson puxava conversa, mas ele não respondia. O homem segurava o garotinho com a mão direita, e com a esquerda segurava o assustado Nelson. Para sua surpresa chegaram na casa em 15 minutos e para seu horror, quando se virou, as duas criaturas já não estavam mais lá. Nelson entrou em casa todo sujo de lama, Renata estava dormindo no sofá, ao seu lado havia um cinzeiro com várias betumas de cigarro. Logo Nelson notou a preocupação de Renata... Já se passaram 17 anos, e até hoje Nelson senta na sua varanda com seu cigarro de palha e fica pensando o que era aquilo que o ajudou naquele momento de desespero. Será que era algum demonio que protege os bêbados ou será que era apenas fruto da sua imaginação. Hoje Nelson não toma mais nada de álcool, e é uma pessoa muito pensativa, pois só ele e eu sabemos o que aconteceu naquela noite.

domingo, 27 de setembro de 2009

Baita show

Foram divulgados ontem detalhes sobre a venda de ingressos para o show da banda australiana AC/DC no Brasil.
( Caro pra carallho!!! )
As vendas começam no dia 1º de outubro e os ingressos podem ser adquiridos pelo site da Ticketmaster ou pelos telefones 11.2846.6000 (São Paulo) e 0300.789.6846 (demais cidades), além da bilheteria oficial do evento, no Credicard Hall.Os preços: Arquibancada - laranja: R$ 150,00, vermelha: e/ou

azul: R$ 170,00; e especial vermelha: R$ 190,00;
Cadeira - inferior azul: R$250 ,00; superior azul e/ou
laranja: R$300,00; Pista: R$ 250,00.

Estamos sem noção...

O Chris Cornell ta louco...
Recentemente, tive a infelicidade de comprovar com os próprios ouvidos o sacrilégio que Cornell cometeu contra anos de sua própria biografia.
Fato é que, ao contrário de muita gente que gosta de rock clássico, puro, e fica só nisso, eu também gosto de funk, coisas dançantes, eletrônico. É nesses momentos que eu desligo o senso crítico e procuro apenas me deixar levar pelo balanço. Não é tudo o que me convence, claro, mas tem bastante coisa legal, ainda que acéfala. Pensei que Scream poderia entrar nesse nicho. E, em grande parte, não pensei e fui movida pela curiosidade. Um horror. Desisti na terceira faixa. Tem vozes que simplesmente não nasceram pra certas coisas. Freddie Mercury fez umas músicas dançantes no fim de sua carreira e, mesmo sendo fã confessa, detestei e ainda sinto vergonha alheia quando ouço. O mesmo acontece com Chris Cornell. Talvez pelo respeito que ambos tenham conquistado antes, com seus agudos e afins. Talvez pelo indicativo do ex-Soundgarden estar totalmente perdido. Talvez porque o erro de alguns artistas pareça mais imperdoável do que os nossos, reles seres humanos, porque eles sempre são colocados acima do “resto”.
E é aí que eu queria chegar. O fim da obrigatoriedade de diploma de jornalismo para exercer a profissão e a horda de artistas que invadiu o Twitter trouxe à tona uma questão interessante: quão prejudicial para um artista pode ser deixá-lo tomar as rédeas de sua própria carreira e da comunicação que mantém com os fãs? Quão ridículos, marionetes e analfabetos eles podem se mostrar? E se não há uma assessoria de imprensa e um mar de gente fazendo a ponte entre o que ele diz e faz e o que é publicado, aonde eles vão parar?
Para quem não segue o que acontece no Twitter, um breve relato: alguns artistas brasileiros se uniram e promoveram uma campanha com a tag (uma palavra-chave que você coloca na sua mensagem para que o assunto seja mais facilmente achado) #forasarney e conseguiram promover uma lambança geral. De um lado pessoas discutindo a própria idoneidade de tais artistas e a eficácia da iniciativa. De outro, pessoas dizendo que “antes isso que nada”, defendendo que muitos assuntos crescem o suficiente para serem discutidos não só no mundo virtual como no real. E, num todo, celebridades bacanas, outras nem tanto, se transformam em donos da verdade absoluta, postando mensagens a cada segundo, usando o Twitter como se fosse um palanque de autopromoção e atacando (na maior parte das vezes pessoalmente) quem pensa diferente, como se liberdade de expressão – no Twitter, veja você – fosse coisa do passado.
É muita gente falando e pouca escutando, um retalho do mundo de hoje como ele é. Por que essas pessoas só usam o espaço online, deixando de tocar no assunto no programa de domingo, no show, ou na entrevista daquela revista de famosos? Nessas horas, eles voltam a ser "apenas" artistas, se colocando acima de tudo e de todos. E o outro lado, o que estava batendo, volta à insignificância da qual nunca saiu, ao contrário do que diz o enooooorme número de seguidores que tem. Um fala mal da gravadora, depois retira o que disse. Outro sorteia televisão para aumentar o número de seguidores. E mais um outro manda mensagem pro Ashton Kutcher pedindo apoio ao #forasarney e como resposta ganha do eterno-Kelso um “são vocês que têm de cuidar dos próprios problemas”. E os blogueiros – profissão nova! – olham pra tudo isso com aquela empáfia contumaz de gente que é celebridade às avessas, que nunca erram e adorariam ter a oportunidade de lançar um livro nos moldes antigos, de aparecer num debate da MTV que fosse, de ser capa de qualquer publicação.
E eu? Sobre a discussão em si, não cheguei a uma conclusão. É válido pelo menos como desabafo? Talvez. De certo, tenho pra mim que é um dos poucos espaços em que você pode ser livre. A não ser que tenha de prestar contas por tudo o que já fez e disse no resto da vida... e sem entrar em contradição. Difícil. Ou seja, todo artista tem um pouco de Chris Cornell dentro de si. Todos estão perdidos. E deveriam contratar não um assessor de imprensa, mas vários. E todos os tipos de ajuda possível: personal trainer, stylist, thinker, talker...
De qualquer forma, continuo achando que tratar um microuniverso de microblog como se fosse megaimportante é estar totalmente fora da casinha, ou da mansão, no caso.
Para terminar, não poderia deixar de falar sobre o circo criado em torno da morte de Michael Jackson. Eu não esperava uma reação diferente da imprensa. Já em relação ao pai dele, cuja última notícia que eu havia lido tinha a ver com o ingresso dos netos no showbizz, espero sinceramente que quando eu chegar ao céu Deus explique por que ele ainda está aqui e Jackson não.

Como fazer sexo…

Ingredientes:
-04 olhos.
-04 pernas.
-04 braços.
-02 pacotes de leite.
-02 ovos.
-01 tijela.
-01 banana.
Modo de Preparar:
1- Olhe dentro dos olhos;
2- Com os braços, abrir as pernas;
3- Aperte e massageie os pacotes de leite delicadamente;
4- Coloque suavemente a banana na tijela, retirando-a logo em seguida.Repita o procedimento até adquirir consistência cremosa.
OBS: para melhores resultados, continue massageando os pacotes de leite.
5- Ao elevar a temperatura ,mergulhe a banana profundamente na tijela, cubra com os ovos e deixe umedecer preferencialmente (Não pernoitar). O bolo estará pronto quando a banana amolecer. Caso isso não ocorra, repita os passos de 3 a 5 ou troque de tijela.
Observações:- Se você se encontra em uma cozinha que lhe é estranha, lave bem os utensílios antes e após o uso;- Se quiser lamba a tijela;- Caso o bolo cresça, fuja…

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Ele esta de volta...


Os produtores Brad Fuller e Andrew Form têm em seu currículo filmes como
O Massacre da Serra Elétrica, Horror em Amityville e A Morte Pede Carona, agora realizaram Sexta-Feira 13, filme que reinicia a clássica franquia de terror nas telonas. Conversei com a dupla, que trabalha para a Platinum Dunes de Michael Bay, em Los Angeles sobre o filme, os custos e lucros de suas produções, o novo longa-metragem de Jason Vorhees e o retorno dos seios de fora no cinema de horror. Confira!
A entrevista tem algumas supresas sobre os primeiros cinco minutos do filme...

Como é a relação de trabalho de vocês com Michael Bay?

Brad Fuller: O conhecíamos antes de começarmos a trabalhar na Platinum Dunes. Este é nosso sétimo trabalho como empresa e todos temos opiniões fortes. Há muitas discussões de trabalho, como em qualquer negócio. Há coisas que ele diz que nós achamos que são loucura. Há coisas que dizemos que ele acha que é loucura. Mas no fim do dia todos querem a mesma coisa: um filme incrível. Então mantemos nossas mentes abertas para tanto.

Quais as diferenças entre este filme e O Massacre da Serra Elétrica em termos de produção?

Brad Fuller: Todos os filmes são desafiadores e se parecem com uma pequena guerra para conseguir fazer as coisas como elas devem ser feitas. Este em especial teve como dificuldade o fato de ser quase todo noturno...

Andrew Form: E teve o triplo de elenco que costumamos trabalhar. Temos 13 mortes no filme. Cada morte leva um tempão. É o triplo de gente que já matamos em um filme!

Brad Fuller: E tivemos aquela ousadia do roteiro, de introduzir um grupo de pessoas e cinco minutos depois fazê-las desaparecer, apenas para introduzir um novo grupo de pessoas e fazer o público se importar com elas. Isso foi um tremendo desafio. Quatro mortes antes do título do filme, mais nove depois... acho que isso mostra ao público que eles não têm a menor idéia do que virá a seguir. É algo meio "uau, se eles vão matar todo mundo nos primeiros cinco minutos o que vem a seguir?!?"

13 mortes. Foi intencional?

Brad Fuller e Andrew Form juntos: Sim!

Por que o foco no horror na Platinum Dunes?

Brad Fuller: Porque somos doentes! Ehehehe. Sério... porque amamos horror. Nossa intenção sempre foi realizar filmes abaixo de 20 milhões de dólares de orçamento e o horror se encaixa perfeitamente nesse valor.

Seus filmes são bastante populares! Se todos são feitos por menos de 20 milhões vocês devem ter ótimo lucro.
Brad Fuller: Quando começamos a empresa, Bay nos disse: Se vocês fizerem dinheiro para outras pessoas terão trabalho para a vida toda. Então esse é meio que o nosso objetivo - fazer filmes para poder fazer mais filmes. O começo da empresa foi difícil, pois o gênero do terror estava meio desacreditado. O Massacre da Serra Elétrica foi um dos primeiros filmes de horror em muito tempo. Na sequência vieram os filmes de Jogos Mortais e a coisa toda começou a melhorar. Mas o mercado é meio cíclico para esse tipo de filme.

Agora estamos em um momento bom.

Algum dos filmes de vocês deu prejuízo?

Brad Fuller: Sim. O único dos sete que não deu lucro foi a refilmagem de A Morte Pede Carona.
Os estúdios devem estar loucos pra trabalhar com vocês então.

Brad Fuller: Sim, mas não escolhemos nossos filmes por estúdio, mas por título. Quando tivemos a idéia de refazer A Hora do Pesadelo tivemos que procurar a New Line Cinema. Como eles também têm os direitos de Sexta-Feira 13, estamos ficando por aqui... Basicamente identificamos projetos que queremos fazer e depois procuramos os estúdios, não o contrário.

Sexta-Feira 13 é um novo recomeço para uma franquia adorada por muitos. Como foi pra vocês equilibrar a necessidade de trazer novos fãs e agradar os antigos?

Andrew Form: Difícil pra caramba. Quando mostramos o filme pela primeira vez para o público a sequência inicial não estava nele, a cena com 2,5 minutos da Senhora Vorhees sendo morta pela última monitora do acampamento sobrevivente. Originalmente a lenda do Acampamento Crystal Lake era contada apenas na cena da fogueira, mas sentimos que ela não transmitia exatamente todo o peso da franquia... então voltamos e colocamos aquela cena inicial durante os créditos iniciais. E acontece que ela abriu um leque de possibilidades para todo o filme. Lá pudemos introduzir o medalhão, vemos como ela foi morta - e isso também retorna adiante no filme.
E também há várias homenagens aos originais, como o uso de réplicas de objetos de cena antigos, como a bicicleta....

Andrew Form: ... a cadeira de rodas... Há toneladas de coisas assim! Uma que adoro, e que a maioria das pessoas não percebe, é a coleção de apitos de monitores que Jason mantém. São os apitos das pessoas que a mãe dele matou! São pequenos toques bacanas de colocar em todo o filme.

Há algo que vocês erraram em seus filmes passados e que conseguiram acertar neste?

Brad Fuller: Sim, em relação à heroína. Acho que pela primeira vez demos à nossa heroína a chance de se vingar de todos os horrores cometidos contra ela e seus amigos. Isso não estava no final que tinhamos originalmente e mudamos durante as filmagens.

Ok, vamos falar do sexo no filme. Vocês voltaram com a tradição dos seios de fora nos filmes de horror! Adorei!

Brad Fuller: Sim! Hoje em dia é uma palhaçada! Estamos perdendo essa tradição. Quanto éramos moleques os filmes de terror eram nossa única maneira de ver mulheres peladas. Sei lá porque isso se perdeu, mas queremos ser conhecidos como os caras que trarão os peitos de volta!

Obrigado por isso! Mesmo!

Fundadores da Image Comics vão fazer HQ coletiva

É um dos projetos mais complicados da história dos quadrinhos, mas eles dizem que vão encarar o desafio. Os fundadores da Image Comics Todd McFarlane, Rob Liefeld, Marc Silvestri, Erik Larsen, Jim Valentino e Whilce Portacio vão trabalhar junto na minissérie Image United, anunciada na sexta-feira na San Diego Comic-Con.
O desafio: cada criador desenhará seus próprios personagens, que interagirão na história.
Ou seja, Spawn por McFarlane, Youngblood por Liefeld, Cyberforce por Silvestri,
Savage Dragon por Larsen, Shadowhawk por Valentino e o novo personagem de Portacio, Fortress. Cada página poderá ter desenhos de até seis pessoas!
Veja acima uma prévia...
(E se você está se perguntando "cadê Jim Lee, que também fundou a Image?",
ele não pode participar do projeto devido a seu contrato com a DC Comics.
Lee está desligado da Image desde 1999.)
O idealizador do projeto é Larsen, que estava no comando da Image até há poucos meses.
Com a entrada do escritor Roberk Kirkman como novo sócio da editora, as coisas começaram a rolar. É Kirkman que vai escrever a HQ, administrando a bagunça ao lado do novo
editor-chefe Eric Stephenson.
Kirkman, em entrevista ao Newsarama, diz que a história respeitará os heróis como nas suas primeiras aparições, em 1992. E revela um dos detalhes da organização do projeto: o lay-out de cada edição ficará sob responsabilidade de um único desenhista - depois as páginas passam de desenhista em desenhista para o trabalho final.
"Talvez a gente tenha que dar crédito à FedEx na série", brinca.
Liefeld, readmitido à Image no ano passado, engrandece o projeto: "É simplesmente o maior evento na história da Image. É um evento que ninguém nunca tentou, envolvendo grandes criadores desenhando suas maiores criações. O que aconteceria se Kirby desenhasse o Quarteto Fantástico com o Homem-Aranha de Ditko e o Surfista Prateado de Buscema? Ou se o Homem de Ferro de Gene Colan estivesse ao lado do Thor de Kirby?".

Até tu Farlane...


Todd McFarlane vai voltar a desenhar - a pedido do novo sócio da Image Comics, Robert Kirkman. Os dois criaram juntos uma nova série, Haunt, que está prometida para este ano.
O site Comic Book Resources conseguiu a primeira imagem promocional da série, que lembra demais, em níveis absurdos, um personagem que alçou McFarlane ao sucesso... Sem falar no péssimo posicionamento do dedão esquerdo, que jorra energia.

O QUE É SUCESSO?

Aos 02 anos ... sucesso é ... conseguir andar.
Aos 04 anos ... sucesso é ... não fazer xixi nas calças.
Aos 12 anos ... sucesso é ... ter amigos.
Aos 18 anos ... sucesso é ... ter carteira de motorista.
Aos 20 anos ... sucesso é ... fazer sexo.
Aos 35 anos ... sucesso é ... dinheiro.
Aos 50 anos ... sucesso é ... dinheiro.
Aos 60 anos ... sucesso é ... fazer sexo.
Aos 70 anos ... sucesso é ... ter carteira de motorista.
Aos 75 anos ... sucesso é ... ter amigos.
Aos 80 anos ... sucesso é ... não fazer xixi nas calças.
Aos 90 anos ... sucesso é ... conseguir andar.

O importante é ser feliz sempre, incondicionalmente...

DEZ DIÁLOGOS PREMIADOS...

10º lugar - Como é que se chama um traficante armado até os dentes? - É melhor chamar, no mínimo, de senhor...
9º lugar - Como é que se faz um monte de velhinhas gritar 'Merda'? - É só gritar 'Bingo'!!
8º lugar - Por que Hitler odiava os judeus? - Porque ele não conhecia os argentinos.
7º lugar - O que é preciso para reunir novamente os Beatles? - Mais duas balas.
6º lugar Um advogado e sua sogra estão em um edifício em chamas. Você só tem tempo pra salvar um dos dois. O que você faz? - Vai almoçar ou vai ao cinema?
5º lugar A baiana deitada na rede pergunta pro amigo: - Meu rei... Tem aí remédio pra mordida de tartaruga? - Tem não, minha linda. Por que? Você foi mordida, foi? - Ainda não, mas ela está vindo na minha direção...
4º lugar A mulher comenta com o marido: - Querido, o relógio caiu da parede e quase acertou a cabeça da mamãe... - Maldito relógio! Sempre atrasado.
3º lugar - Onde você estava? - pergunta a mãe à menininha. - No quarto, brincando de médico com o Joãozinho. - De médico!?! - a mãe dá um grito e um salto da cadeira. - Medico do SUS, mãe..., ele nem olhou na minha cara!
2º lugar A titia pergunta pro Joãozinho: - O que vai fazer quando for grande como a titia? O Joãozinho responde: - Um regime!
E a grande vencedora!
1º lugar Conversa de casados: - Querido, o que você prefere? Uma mulher bonita ou inteligente? - Nem uma, nem outra. Você sabe que eu só gosto de você...

TPM... É foda amigo!!!

*Fase 1 - a Fase Meiguinha*

Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal?
Talvez, se não fosse mais do que o normal.
Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.

*Fase 2 - a Fase Sensível*

Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:
- Você acha que eu estou gorda?
Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo 'estou' ao invés da combinação 'estou ficando', torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar.
E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.

*Fase 3 - a Fase Explosiva*

Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM.
Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas...
Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: 'Tá tudo bem?' A resposta é um simples e seca: 'Ta' sem olhar na sua cara.
Não satisfeito, você emenda um 'Tem certeza?', que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso 'teenhoo.'. Aí, como somos
legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que...
- Merda, viu!? - ela rosna de repente.
- Que foi?
A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta.
Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:
- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo!
Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem!
Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás,vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente!
Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.

*Fase 4 - a Fase da Cólica*

No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela.Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado 'O que aconteceu?', você se pergunta. 'Tudo bem'. Você pensa: 'Acho que ela se livrou do encosto'. Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.
Pelo menos até daqui a 20 dias...

Para bom entendedor...

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm No lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Sohw de bloa...
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!