quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Ele está de volta...

Rambo IV (Rambo, 2008), o retorno de John Rambo (Sylvester Stallone) às telas depois do caricato terceiro filme, é também uma volta à velha forma do ex-boina verde. Assisti-lo remeteu-me imediatamente a uma tarde de epifania em 1985, quando, aos dez anos, vi Rambo II - A Missão no cinema. As imagens recebidas ali seguem registradas em alta definição no meu córtex. Sim ele esta de volta... Como nos velhos tempos!
Vinte anos depois, o reencontro com o velho e ciclotímico Rambo acontece na região da fronteira entre a Tailândia e Mianmar (que no filme é exclusivamente chamada de Burma, Birmânia em português, nome antigo que não é reconhecido mais pela ONU), onde ele vive em paz. A máquina de matar está aposentada - caça cobras para espetáculos turísticos e navega seu barco pelos rios tailandeses, até que um grupo de missionários chega para levar alguma civilidade ao país vizinho, onde uma guerra civil se desenrola há décadas. Tocado pela insistência e crenças da bela Sarah (Julie Benz) ele aceita levá-los rio acima. Dez dias se passam até que ele seja novamente procurado: o grupo desapareceu, provavelmente capturado pelas milícias que assolam a região. E Rambo parte novamente em direção ao conflito, transportando um grupo de mercenários cuja missão é encontrar os carolas benfeitores.
O roteiro é cheio de problemas e parte da graça é discuti-los. Quando Stallone, co-escritor e diretor, tenta dar alguma profundidade às cenas seus escorregões enfileiram-se. Quanto mais personagens falando, pior fica o filme. O encontro dos missionários com o ex-boina verde, o diálogo de Rambo e Sarah na chuva e a cena no barco, com os mercenários apresentando-se, um por vez, são os piores (sem falar nos inexplicáveis delírios narrativos, como a maca que surge pronta em segundos e a absurda passagem de tempo na fuga do acampamento).
Porém, nada - e repito - NADA consegue estragar a experiência quase religiosa que é assistir aos corpos caindo no chão daí em diante.
Rambo IV é o filme mais sangrento da saga - fato - mas o estilo e a crueza que Stallone consegue imprimir nas cenas de ação colocam o longa entre os melhores do gênero já feitos. Pro inferno com o diálogo ruim. O filme entrega exatamente o que se espera dele - e eu gargarejava satisfeito ao final com o sangue dos vilões (ah, os vilões... liderados por um sujeito de bigodinho, Ray-Ban, cigarro na boca e ainda por cima pedófilo. Candidato estereotipado perfeito à inevitável evisceração no melhor estilo Rambo).
E aquele começo arrastado torna-se uma lembrança longínqua quando John Rambo, aos acordes de sua música-tema, cresce feito uma criatura sobrenatural atrás de um soldadinho birmanês desavisado. Uma cabeça cortada depois, Rambo abraça seu destino - aceita que a "guerra está em seu sangue" - enche as mãos nas manoplas de uma metralhadora montada sobre um jipe e inicia um espetáculo como poucos já vistos no cinema. Com uma mistura de efeitos práticos e computação gráfica verossímil, ele faz sua icônica careta, grita e enche um exército inteiro de chumbo. Orgásmica e anestesiante ao mesmo tempo, sem respiro, a cena levanta o público, puxa aplausos e faz sair da sala os mais sensíveis que aguentaram até ali.
Entre uma e outra dessas cenas de ação tecnicamente perfeitas, que incluem efeitos sonoros capazes de estremecer edificações vizinhas, Stallone ainda acerta a mão numa excelente sequência de infiltração e tensão. Nela ele alterna a invasão do acampamento dos birmaneses pelos mercenários e uma festinha de soldados inimigos. A narrativa é toda construída sem diálogos, apenas nas reações, seja dos "bons" ou dos "maus". Novamente, prova de que quanto menos diálogo, melhor. Stallone tem um domínio incrível do estímulo visual (outra prova disso é uma bacana montagem de pesadelo/flashback), mas ainda falta-lhe muito caminho a percorrer quando o assunto é o desenvolvimento de personagens e suas interações. E por interações, não nos referimos a encontros entre facão e pescoço.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Até tu, Luciano huck...

O bloco do Caldeirão do Huck 'Lata Velha' é uma grande farça , a fraude foi desmascarada por João Marcelo , um (in)feliz 'contemplado' (leia-se enganado) pelo programa da Rede Globo , com o intuito de baratear custos e cumprir a promessa , o carro antigo a ser restaurado é trocado por outro , que então é reformado para se parecer com o carro do cliente Após isso começa a segunda etapa , uma série de propostas e subornos paramanter o cliente calado, até falsificação de documento e assinatura Fico a pensar , se um bloco supostamente simples como o 'Lata Velha' tem tantas fraudes , apenas para conseguir lucrar em cima , quantos podres ainda estão sob as mentiras e calunias da Globo ? um dia a casa cai...Segue abaixo o texto original:'Estava bom demais para ser verdade. Foi o que pensou João Marcelo Vieira, 37 anos, ao participar do quadro Lata velha, no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo. O sonho de ver seu Opala verde, ano 79, transformado em uma supermáquina durou menos de 24 horas. No dia da gravação, o vendedor não percebeu que não existia mais nada do Opala no modelo reformado. Nem no dia seguinte, quando a produção rebocou novamente o carro para a oficina, alegando que iria acertar a documentação. Meses depois, ele recebeu o carro, e só então percebeu, com o documento na mão, que o registro era uma Caravan79.O próprio João Marcelo demorou para entender o que estava acontecendo. O documento esclarecia as dúvidas: a Caravan marrom, que antes pertencia a Rubem de Souza, em Minas Gerais, teria sido comprada por ele próprio por R$ 4.200! O problema é que João, dono de um quiosque na Praia do Recreio, garante que nunca esteve na cidade de Ribeirão das Neves, em Minas, tampouco adquiriu o carro e muito menos assinou o documento de compra e venda.Estava, segundo ele, configurada a fraude. E começou uma odisséia em busca do verdadeiro carro.'Me deram o documento do carro com minha assinatura falsificada e sumiram com o Opala, que era de um tio que morreu de câncer e me pediu para não vendê-lo nunca', lembra João Marcelo. O Opala, que tinha o apelido carinhoso de Ogro, estava caindo aos pedaços, só pegava no tranco, mas quebrava galhos. O quiosqueiro nunca tinha pensado em fazer a reforma. A participação no Lata velha foi sugestão de dois clientes, os atores Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima. A pedido deles, João Marcelo escreveu uma carta, entregue, emmãos, a Luciano Huck, durante uma festa. Dias depois, a produção do programaprocurou pelo comerciante, fez entrevistas e fotos do carro.'Na terceira entrevista, o Luciano apareceu no meu quiosque já para pegar o carro. Ele me propôs cantar uma ópera. Tive sete aulas de canto em Niterói.Tudo isso levou uns 26 dias. O carro supostamente foi para Belo Horizonte, eu acho, porque, até agora, a Justiça não conseguiu achar a oficina, cujo endereço foi passado pelo próprio dono, Paulinho Fonseca, baterista da banda Jota Quest', diz João Marcelo.Para ter seu carro modificado no programa, João interpretou no ar O sole mio, de Luciano Pavarotti, e emocionou o público.'No dia seguinte à gravação, dei uma volta com o carro, escoltado pela Globo. Logo depois, a emissora mandou rebocá-lo sob alegação de que atualizaria a documentação. No quarto dia, recebi um telefonema da Rita, da produção do Caldeirão, dizendo que uma pessoa do Sul tinha oferecido R$ 120 mil para comprar meu carro. Não aceitei porque minha intenção era ficar com o Opala modificado', explica.Dois meses se passaram e nada do carro voltar. Ele conversou com Fernanda Lima, que conseguiu marcar uma reunião na Globo. Lá, João Marcelo diz que recebeu uma proposta financeira e que todos assumiram o erro do programa.Segundo o comerciante, a emissora não gostaria que o caso fosse para a Justiça. O encontro teria acontecido na sala do diretor da emissora Aloísio Legey.'Havia três advogados, o Paulinho, o Aloísio e a Ana Bezerra, diretora de produção. O Aloísio perguntou o que eu queria e disse que se eu levasse o caso para a Justiça demoraria três anos. Falei que não queria nada, só o meu carro de volta', conta João Marcelo, que não esperava uma reação tão enérgica do diretor:'O Aloísio bateu na mesa e disse que isso poderia acabar com o programa do Luciano quando eu falei que minha carruagem tinha virado abóbora e, por isso, a situação era grave', afirma.O comerciante contou que ficou acertado no encontro que o programa devolveria o Opala transformado. Passados outros dois meses, o carro foi entregue. Mais uma vez, era a tal Caravan:'Quando me deram a documentação, vi que era da Caravan marrom. O carro foi comprado por R$ 4.200 e ainda falsificaram minha assinatura para legalizar a transferência. O número do chassi na documentação não era do Opala. As placas de identificação nas portas do veículo também eram de outro carro. O carro é um Frankenstein, foi remontado em cima de outra carcaça', garante.Desde janeiro, corre na Justiça um processo contra a Rede Globo e a Oficina Nittro Hot Rods no cartório da 1ª Vara Cível, em Jacarepaguá, com um pedido de indenização por danos morais e materiais.A pergunta que fica é a seguinte: Onde foi parar o Opala?!?...'E para quem ainda não acredita, aqui vai o link do processo em andamento:Processo em andamentoObs: observem o domino do link , governo do RJ ... não é fake !Se entrar no sitio do Tribual de Justiça do Estado do Rio de Janeirohttp://www.tj.rj.gov.br/ e fizer a consulta de processo pelo número2007.203.000972-9. obtém-se o mesmo resultado.Ajudem a divulgar , as mentiras da Globo não podem ser escondidas do PovoBrasileiro !!!

Sempre coca-cola!

Um casal de namorados decide transar pela primeira vez. Ela decide ser bem natural, ao ar livre, um pic-nic. Pegam o fusquinha e vão a uma praia bem afastada. Estacionam e prosseguem a pé. Finalmente, a praia linda, longe deserta. Ele, amoroso, estende a toalha e, como ventava muito, decide colocar uma garrafa de Coca-Cola em cada ponta para que não voasse. Sentam-se e se beijam... Fazem juras de amor eterno. Depois do lanche, ele, cuidadoso, coloca a moça de quatro, venda os olhos dela, como planejado, mas... na hora H, esquece a camisinha. Então diz: - Amor, esqueci a camisinha. Vou correndo buscar, me espere desse jeitinho. E sai correndo para buscar a camisinha...
Depois que ele sai, passa pelo local um bêbado e vê a cena. Coça a cabeça e,mesmo sem acreditar no que via, decide ir lá conferir. Não resistindo, o bêbado transa com a garota, que não pára de gemer. Depois que tudo termina, satisfeito, o bêbado olha para as garrafas em volta da toalha e diz: A COCA-COLA É FODA... DUVIDO QUE A PEPSI FAÇA UMA PROMOÇÃO DESSAS!

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Akira

Em maio do ano passado, a Focus Filmes lançaria no Brasil, em DVD, o animê Akira. Agora surgem mais novidades... Antes tarde, do que nunca.
Serão duas opções de box. A edição de colecionador virá em uma lata com as duas versões do filme - a original de 1988 e a widescreen remasterizada com dublagem original - mais pôster e dois cards. Já a opção simples traz só a versão wide remasterizada. Preços sugeridos: R$ 34,90 (simples) e R$ 49,90 (colecionador).
O lançamento, comemorando os 20 anos do longa, está marcado para 23 de abril.
Criado e dirigido por Katsuhiro Otomo - autor do mangá homônimo - em 1988, Akira revolucionou a animação quadro a quadro no mundo todo com inacreditáveis sincronizações de lábios, fluidez de movimentos e imagens de altíssima definição nos detalhes. Uma superprodução à altura de qualquer blockbuster animado por computação gráfica atual.
A trama ocorre no ano de 2019, em Neo-Tóquio, a grandiosa metrópole construída sobre os escombros de Tóquio, arrasada pela incrível rajada de origem desconhecida que deflagrou a Terceira Guerra Mundial. A vida dos amigos, Tetsuo e Kaneda, muda radicalmente quando o primeiro começa a manifestar poderes paranormais. É quando ambos passam a ser “caçados” pelo órgão governamental responsável por impedir que uma nova catástrofe aconteça. As autoridades temem que alguém, ou algo, manifeste o poder devastador conhecido como Akira!
Para o lançamento em DVD no exterior, em 2001, uma versão remasterizada foi produzida através dos negativos originais, com todas as cores corrigidas, bem como algumas cenas restauradas por meios digitais, que removeram riscos e sujeiras. Já para o som, toda a trilha sonora e efeitos foram remixados em Dolby Surround. É essa versão que foi lançada mundialmente e que agora finalmente chega por aqui.

A nova geração mutante...

Genext, série que o escritor Chris Claremont vem preparando há mais de dois anos, finalmente será lançada pela Marvel. E a premissa é interessante: e se os X-Men tivessem realmente começado em 1963 e envelhecido em tempo real? Em outras palavras: como seriam os filhos dos X-Men originais?
O projeto foi decidido em uma votação por leitores no site da Marvel. Havia previsão de lançamento para meados de 2006, mas Claremont teve problemas de saúde na época que atrasaram sua produção por vários meses.
Chris Claremont, para quem conhece os X-Men só a partir dos anos 90, foi o escritor que definiu os mutantes de meados dos anos 70 e por toda a década de 80. Não é pouca coisa trazê-lo para um projeto que, apesar de ambientado numa realidade alternativa, vai levá-lo a uma reflexão histórica sobre os personagens. Prepare seu coração, para as fortes emoções, que estão por vir!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

"No dos outros é refresco"

Eu acho engraçado a incapacidade de autocrítica de alguns artistas... Muito engraçado. A cantora Natalie Cole, se você bem lembra, fez um baita sucesso no início dos anos 1990 por conta de uma colaboração com o pai morto em 1965, Nat King Cole. Em “Unforgettable”, Cole, o pai, foi ressuscitado eletronicamente e fazia um duo com a filha, transformando uma regravação em sucesso absoluto. Por quê? Porque Nat King Cole é um tremendo talento e é reconhecido como tal. O mérito de Natalie? Forgettable. Antes e depois do milagre, Cole, a filha, foi/é apenas mais um nome na imensa enciclopédia jazzística, restrita, portanto, a um gênero específico.
Mas Natalie resolveu sair da clausura para dizer que dar à cantora Amy Winehouse cinco prêmios Grammy é errado. No raciocínio simplista de Cole, alguém que usa drogas não pode ganhar um Grammy, afinal está explicitamente divulgando que mau comportamento também pode ser recompensado.
Alguém precisa avisar Natalie Cole que o Grammy premia (ou tenta) os melhores músicos, as melhores faixas, os grandes álbuns de determinado ano, e não os melhores escoteiros. Música, péssimo comportamento e drogas sempre andaram juntos (Cole, ex-usuária, que o diga!) e se o não uso de entorpecentes fosse pré-requisito para vencer prêmios, iriam sobrar troféus e faltar artistas para recebê-los.
O que Amy Winehouse faz fora do palco não me importa. A mulher provocou uma verdadeira revolução feminina na música e canta tão bem que até dói. Cinco prêmios Grammy? É pouco!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Marley, por Scorsese...

Direto do Festival de Berlim, onde Martin Scorsese apresentou nesta quinta-feira, dia da abertura, o seu mais novo filme, Shine a Light, vem a notícia de que o cineasta realizará outro documentário musical. Desta vez, sobre Bob Marley.
A mesma produtora do filme sobre os shows do Rolling Stones, a Shangri-La Entertainment, se juntou com a distribuidora Fortissimo Films para anunciar a empreitada, ainda sem título definido. Scorsese abordará a lenda do reggae e do Rastafári com autorização da família de Marley, ( O que é raro, hoje em dia).
O lançamento já está marcado: 6 de fevereiro de 2010, dia em que se comemoraria o 65º aniversário do músico, morto em 1981. Scorsese está idealizando também um filme sobre George Harrison. Vamos torcer para que se conclua com sucesso esses projetos, afinal Scorsese sempre nos brindou com coisas boas.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Velvet X Guns

Há poucos dias, o vocalista do Velvet Revolver, Scott Weiland, declarou que gostaria de retomar os trabalhos com sua ex-banda, o Stone Temple Pilots. Seu companheiro de Velvet Revolver, o guitarrista Slash, confirmou à Billboard que assim que a turnê do Velvet terminar, em meados de abril, Weiland vai se reunir com os membros do STP para fazer uma série de shows.
O último álbum de inéditas do Stone Temple Pilots foi Shangri-La Dee Da, lançado em 2002. Em seguida a banda lançou uma coletânea de sucessos, Thank You, e Weiland assumiu os vocais do projeto então recém-formado por Slash e outros ex-integrantes do Guns 'n' Roses.
Slash contou também que não tem mais contato com Axl Rose, que ainda comanda o Guns, tampouco sabe algo sobre o novo álbum da banda, o aguardado, atrasado, remarcado, postergado Chinese Democracy.
No entanto, o guitarrista afirmou que espera que sua ex-banda consiga se reunir para pelo menos um show, caso ingresse no Hall da Fama do Rock, em 2012. Para entrar no Hall da Fama, o artista precisa ter feito sua primeira gravação há, no mínimo, 25 anos. 2012 é o ano em que o Guns se torna elegível.
Ainda a respeito do Guns e do Stone Temple Pilots, Slash confidenciou que o Velvet Revolver voltou a incluir músicas dessas bandas nos shows porque estava sentindo saudades de tocá-las, não pelos fãs: "Uma vez que gravamos o segundo álbum, achamos que não precisaríamos mais tocar músicas do Guns e do STP. Era como se Pete Townshend [guitarrista do Who] não sentisse mais necessidade de destruir seu equipamento após cada show que fazia, deixou de ser obrigação. Mas chegou uma hora em que nós pessoalmente começamos a sentir falta delas. Essas músicas são as covers mais fáceis de se tocar, afinal nós as escrevemos".
Em outra entrevista recente, Slash contou que assim que a turnê de divulgação de Libertad, segundo álbum do Velvet Revolver, estiver concluída, a banda pretende entrar no estúdio para preparar seu terceiro disco. Agora resta saber quem vem antes: o novo trabalho ou o Stone Temple Pilots.

O retorno do bárbaro...

Em agosto deste ano, a produtora Millenium Films adquiriu os direitos sobre Conan no cinema. As filmagens nem começaram e já saiu o primeiro teaser poster - confira ao lado. A imagem está no estande da empresa na feira AFM em Los Angeles.
A idéia da Paradox Entertainment, empresa que administra o legado do personagem criado pelo escritor Robert E. Howard, era arrumar um parceiro em Hollywood que começasse imediatamente a produzir o filme do bárbaro. A Millenium promete começar a rodar o filme entre março e maio do ano que vem.
Em teoria, pelos anúncios oficiais, a produção terá uma história mais fiel aos romances do cimério que os filmes de Arnold Schwarzenegger. Será o mais ambicioso projeto da Millenium, que atualmente produz o quarto filme da série Rambo. Ainda não há equipe criativa anunciada.