terça-feira, 4 de dezembro de 2007

A sutileza das palavras, que permeiam nossos sentimentos

Nesta seguna feira, em "plena as duas da tarde", me dei ao luxo de assisistir uma sessão praticamente exclusiva de cinema... Eu, minha excelentíssima e mais duas pessoas desconhecidas, fomos agraciados para nossa grata surpresa, diga-se de passagem, com uma bela película cinematográfica. Trata-se de Beowulf , a lenda do guerreiro... Para quem não conhece, refere-se a um grande guerreiro Celta, que por ironia do destino, tornou-se rei e governou com mãos de ferro, seu povo até a morte. Para muitos, um abençoado, para outros, um demônio... Talvez as duas concepções estejam certas, visto que bardos propagaram aos quatro ventos, inúmeras lendas, a respeito deste misterioso ser. Trazido a tela por Robert Zemeckis, que trabalha com captura de movimentos de atores facilmente reconhecidos em versão animada. Neste longa, o diretor aprimorou os recursos que ultilizou nos bem sucedidos A Casa Monstro e O Expresso Polar. Bem, se não vale um oscar, merece ser visto com "bons olhos", pois seu sarcasmo e por vezes sua ingenuidade, o fazen, não dever nada para muitos do mesmo gênero. Assim como os Simpsons, o fizeram brilhantemente.
Inspirado em um poema inglês datado do início da Idade Média, o filme traz o herói Beowulf determinado a derrotar Grendel, um monstro maligno. A mãe de Grendel, interpretada por Angelina Jolie, se torna mais um desafio na vida do guerreiro após a primeira batalha.
O longa traz um elenco com nomes como Anthony Hopkins, Robin Wright Penn, Brendan Gleeson, Alison Lohman e John Malkovich. O roteiro, assinado pela dupla Neil Gaiman e Roger Avary começou a ser escrito em maio de 1997, e de lá para cá muitas transformações ocorreram na trama. Para min, pode ser o inicio de uma nova forma de fazer cinema, onde os diálogos seriam sempre priorisados, ja que os efeitos especiais seriam pano de fundo.

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